MS Competitivo e FNQ farão curso para atualização sobre o Modelo de Excelência e Gestão, no mês de setembro
De 11 a 14 de setembro o MS Competitivo e a FNQ (Fundação Nacional de Qualidade) realizam, no Sebrae-MS, em Campo Grande, o curso “Modelo de Excelência da Gestão®? e Instrumento de Avaliação – *21ª edição*”.
A diretora-técnica do MS Competitivo, Olga Martinez, explica que a ideia é apresentar as mudanças com o MEG 21, um modelo inovador convergido em duas publicações distintas: o guia de referência que apresenta sugestões de ferramentas que podem ser adotadas pelas organizações e os instrumentos de avaliação com base na nova metodologia de diagnostico da gestão da 21ª edição do MEG.
“É uma forma de as organizações se manterem constantemente atualizadas, com uma visão ampliada. Estamos tendo muitas mudanças na economia e na forma como as pessoas estão vendo as organizações. O novo é a única certeza, cada dia vai haver um tipo de mudança e é preciso acompanhar essa nova realidade”, diz Olga.
Serviço – Para saber mais sobre os cursos e receber as ementas completas dos módulos, é preciso entrar em contato por meio do e-mail relacionamento@fnq.org.br.
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Quase 20% da população ainda guarda moedas em casa, diz Banco Central
Parte da população brasileira ainda tem o hábito de guardar moedas em casa. Estudo divulgado hoje (19) pelo Banco Central (BC) mostra que 19,3% da população guarda moedas por mais de seis meses. Além disso, 56,2% usam o dinheiro guardado no cofrinho para compras e pagamentos, mostra o BC, no estudo "O brasileiro e sua relação com o dinheiro".
De acordo com o chefe do Departamento do Meio Circulante do BC, Felipe Frenkel, 8 bilhões de moedas estão guardadas "em algum lugar". Ele destacou que quanto mais moedas ficarem em circulação, menor será o gasto de recursos públicos com a produção do dinheiro.
O chefe-adjunto do Departamento do Meio Circulante do BC, Fábio Bollmann, disse que o BC considera positivo que a população faça poupança com as moedas. Entretanto, ele orienta a trocar as moedas por cédulas sempre que atingir um valor maior, no comércio ou no banco, para ajudar na circulação de dinheiro.
Segundo o BC, o dinheiro vivo ainda é o meio de pagamento mais utilizado pela população: 96,1% responderam que, além de outros meios, também fazem pagamentos em espécie. Na questão, os entrevistados podiam marcar mais de uma opção – 51,5% mencionaram cartão de débito e 45,5%, cartão de crédito.
Frenkel acrescentou que a pesquisa é importante para saber qual é a demanda atual por dinheiro no país. “O Banco Central faz a pequisa para atender a demanda da população. Ainda é muito necessário o dinheiro no dia a dia”, acrescentou.
Para compras de até R$ 10, 87,9% dos entrevistados preferem utilizar dinheiro. Esse índice diminui com pagamentos de maior valor. Para desembolsos de mais de R$ 500, a maior parte (42,6%) prefere cartão de crédito. No comércio, 75,8% dos estabelecimentos aceitam pagamentos no débito e 74,1% no crédito. Apenas 16,3% aceitam cheques.
Salários
Bollmann destacou que “uma parcela significativa da população ainda recebe o pagamento de salários em espécie. Segundo a pesquisa, esse percentual chegou a 29%, embora a maioria receba por meio de conta corrente ou de pagamento e poupança (48%). Outros 22% disseram que não têm renda, 1% não responderam como recebem o salário e 0,4% por cheque. Em 2013, o percentual dos que recebiam salário em dinheiro era maior: 51%.
Faturamento do comércio
Segundo o comércio, os pagamentos em dinheiro representam 50% do faturamento, contra 55% registrados em pesquisa de 2013. O cartão de débito aumentou de 14% para 20% sua fatia no fluxo de caixa dos estabelecimentos. Já o uso de cheques diminuiu 2 pontos percentuais, passando para apenas 1%. As vendas feitas em cartão de crédito ficaram estáveis no período, com 25%.
Segurança da cédula
Segundo o BC, entre a população, a marca-d'água é o item de segurança mais conhecido, seguido do fio de segurança e da textura da nota. No comércio, a textura ou espessura do papel foi o item mais utilizado para reconhecimento de nota verdadeira, com 48%, seguido pela marca d’água e o fio de segurança.
A pesquisa mostra que 23% dos entrevistados declararam já ter recebido uma cédula falsa, o que representa uma redução de 5 pontos percentuais em relação a 2013, que registrou 28%. Daqueles que receberam notas falsas, apenas 28,3% entregaram para análise do BC.
De acordo com o BC, o hábito de verificar a autenticidade das notas está relacionado ao seu valor. Apenas 8,5% declararam verificar sempre as notas de R$ 2,00. Já para as notas de R$100, o percentual passa para 43,4%. Mesmo para as notas de maior valor, um percentual expressivo não verifica nunca: 39,2% para as de R$50 e 37,7% para as de R$100.
Por ser menos utilizada, a cédula de R$ 100 é considerada a mais bem conservada tanto pelo comércio quanto pela população, diz o BC.
A abrangeu a população de adultos residentes nas capitais e municípios com 100 mil ou mais habitantes e caixas de comércio e serviços. Para cada dos dois públicos-alvos foram realizadas mil entrevistas, em abril deste ano.
Agência Brasil
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MS Competitivo e Sebrae-MS realizam 4º Workshop de Boas Práticas de Gestão
No dia 02 de agosto, quinta-feira, o Movimento MS Competitivo e o Sebrae-MS realizam o 4º Workshop de Boas Práticas de Gestão, com circuito de palestras e também mesa de experiências. O objetivo é compartilhar as melhores práticas de organizações, sejam empresas ou instituições, que se pautam pela excelência.
O evento será no Sebrae-MS, localizado na Avenida Mato Grosso, 1661, Centro de Campo Grande, com início às 8 horas. As inscrições devem ser feitas por meio do e-mail pqgmscompetitivo@gmail.com
A primeira palestra do dia, a ser proferida pelo diretor regional do Senac-RS, José Paulo da Rosa, vai abordar o tema “Como a liderança transformadora e o compliance geram valor às partes interessadas”.
Na sequência, o chief operating officer e fundador da Jera Software, Jefferson Moreira, fala sobre “Cultura Organizacional – Alavancando a Inovação”. A última palestra da programação da manhã será sobre “Plataforma de Ensino a distância ampliando a universidade para o mundo”, com o diretor de expansão da Unigran Net, Thiago Filipe Abreu Silva.
A programação da tarde será retomada às 14 horas, com mesas temáticas. A primeira delas sobre Gestão de Riscos, composta pelo diretor-presidente do MS Competitivo e assessor de gestão do CMO, Walney Ávila e do diretor de gestão e modernização do TCE/MS, Douglas Avedikian. A última mesa, conduzida pelo conselheiro estadual da OAB/MS, Marcos Polon, terá “Compliance” como tema.
Serviço – Mais informações no site www.mscompetitivo.org.br
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Dia dos Pais deve movimentar R$ 136 milhões na economia de MS com presentes e comemorações
Comemorado no próximo dia 12 de agosto, o Dia dos Pais deve movimentar R$ 136 milhões na economia de Mato Grosso do Sul este ano, sendo R$ 73,47 milhões destinados a presentes e R$ 62,59 milhões às comemorações. É o que aponta a pesquisa sazonal do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS (IPF-MS), realizada em parceria com o Sebrae-MS.
A pesquisa, realizada em sete municípios do Estado (Campo Grande, Corumbá, Ladário, Bonito, Dourados, Ponta Porã e Três Lagoas), entre os dias 14 de junho e 3 de julho, ouviu 1.484 pessoas, com nível de confiança de 95% e margens de erro que variam entre 5% e 7%.
O levantamento aponta que a compra de presentes e as comemorações poderão ser mais tímidas neste ano, em comparação ao ano passado, isto porque houve redução, principalmente, no número de filhos que irão presentear (-9,08 p.p.) e comemorar (-9,27 p. p.) a data. Dentre os motivos, destacam-se o fato do pai ter falecido, de morar longe e a falta de dinheiro. Para os 41,31% que presentearão e para os 37,87% que comemorarão o dia, os gastos médios serão, respectivamente, de R$ 147,76 (6,49% a mais que 2017) e R$ 121,83 (13,60% a menos).
Entre os que vão presentear, as preferências são as roupas (36,62%), seguidas pelos perfumes/cosméticos (14,46%) e calçados (14,46%). A maioria dos entrevistados afirma que vai realizar a compra na semana do Dia dos Pais (74,04%), preferencialmente nas lojas do centro (71,8%), utilizando o dinheiro como forma de pagamento (54,89%). Na hora da compra, o consumidor vai levar em consideração o produto (33,69%), preço (25,97%) e o atendimento (28,01%), elementos esses também admitidos como mecanismos para surpreender os consumidores.
“O empresário precisa ficar atento ao comportamento do consumidor, que deve nortear as tomadas de decisões empresariais nesse período, bem como no desenvolvimento de estratégias que resultem em maior atratividade de clientes. Por isso, é importante observar as preferências de compras, a forma de pagamento, na busca por promoções, além da qualidade no atendimento”, afirma o presidente do Sistema Fecomércio-MS, Edison Araújo.
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Diante de cenário pós-greve, é preciso criatividade e ofertar experiências ao consumidor; confira análise do IPF-MS
Diante dos indicativos sobre impactos da greve dos caminhoneiros na economia, no consumo e na confiança dos empresários, é preciso estar atento ao comportamento do consumidor, usando de criatividade e proporcionando experiências. Essa é a conclusão de análise econômica feita pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS, com base nos dados conjunturais do comércio de bens, serviços e turismo.
Além de pesquisas de intenção de consumo, endividamento e inadimplência e confiança do comerciante, desenvolvidas pela CNC, o estudo também leva em conta os resultados do comércio de maio (IBGE), além dos índices de inflação e sondagem com empresários locais.
Confira o estudo Conjuntura Econômica de MS; Comércio de Bens, Serviços e Turismo.
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Conselho presidido pela Fecomércio-MS alerta senadores sobre PL que pode elevar contas de energia em até 17,2%
Os Conselhos de Consumidores das áreas de concessão da Energisa/MS (presidido pela representante da Fecomércio-MS) e da Copel, constituídos com base no artigo 13 da Lei 8.631 de 04 de março de 1993, tem como atribuição a análise e avaliação das questões ligadas à formação das tarifas do serviço de fornecimento de energia elétrica, dentre outras e, neste sentido, expõe à sociedade as fortes repercussões na tarifa para o ano de 2019, que se podem efetivar ao prosperar o comando legal previsto no PL nº10.332/18.
De pronto lembramos que os intoleráveis reajustes e revisões tarifárias aos quais estamos sendo expostos neste ano de 2018 – de até 5 vezes acima da inflação – são advindos de benesses similares a este PL concedidas em anos anteriores.
Teceremos considerações sobre três pontos que mais impactam a tarifa e que são de amplo conhecimento da sociedade:
I. A TSEE – Tarifa Social de Energia Elétrica criada pela lei 10.438/2002 e subsidia os consumidores enquadrados no cadastro único com renda familiar não superior a meio salário mínimo nacional. Contudo auditorias realizadas pela Controladoria Geral da União indicam que apenas 61% das famílias se enquadram no benefício, denotando significativos erros de controle na concessão do benefício. Antes de aumentar as benesses é necessária uma fiscalização mais adequada na concessão do benefício. O que os senhores Deputados aprovaram com o projeto de lei em comento é um incremento de 64% no que os demais consumidores de energia elétrica terão de pagar nesta rubrica, ou seja, o montante para cobrir a tarifa social passará de R$ 2,5 bilhões, em 2018, para R$ 4,1 bilhões, em 2019.
Adicionalmente, o pagamento desse benefício se dará através da Conta de Desenvolvimento Energético – CDE e portanto comporá a tarifa dos demais consumidores que estarão sujeitos ao acréscimo de impostos – PIS/COFINS e ICMS. Com este efeito o valor final se eleva para inaceitáveis R$ 5,7 bilhões, mais que dobrando os subsídios atuais. Essa medida é entendida como inconcebível por nosso Conselho.
Obviamente a se manter o subsídio, os recursos para estes desembolsos devem vir de aportes da União e não de cotização da conta CDE a ser paga pelos demais consumidores de energia elétrica. Nossos conselhos não são contra a Tarifa Social – uma política social de governo que deve ser mantida com recursos do Tesouro Nacional e não ser custeada pela tarifa do serviço de fornecimento de energia elétrica.
II. Em relação às perdas regulatórias, o projeto de lei, prevê que as distribuidoras que não estavam interligadas no SIN – sistema Interligado Nacional na data de 30 de julho de 2009 terão reconhecidos esses custos como tarifa e, partindo dessa previsão, todos os consumidores em todas as áreas de concessão subsidiarão as perdas comercias das distribuidores advindas do furto ou da fraude de energia elétrica. Os Conselhos se posicionam contrários a esse dispositivo legal, pois incentiva o crime de furto, vez que os consumidores serão anistiados e inibe as operações das outras distribuidores de combate a essa nefasta prática. Vale lembrar que na Região Amazônica, segundo a ANEEL, incidem as maiores perdas não-técnicas que alcançam a intolerável marca de 49% do mercado total. Em termos percentuais, os subsídios considerados incluindo a Amazonas Energia implicarão em um aumento tarifário de 17,2%.
Mais uma vez os senhores Deputados beneficiam algumas poucas distribuidoras de energia da região Amazônica e impõe aos demais consumidores do Brasil uma conta que incluindo PIS/COFINS e ICMS alcança intoleráveis R$ 25,2 bilhões. Aos consumidores adimplentes está sendo repassada o precedente de que pode furtar ou fraudar que no futuro outro irá pagar essa conta. (AC+RO=1,7 AM=23,5)
III. Quanto à questão do gás os senhores Deputados deveriam antes ter se debruçado na análise da Nota Técnica nº 143/2015-SRG/ANEEL, de 7 de dezembro de 2015 que trata do cálculo da CCC – Conta de Consumo de Combustíveis onde teriam conferido que o não acolhimento na CCC (parágrafo 34 da nota técnica) de um volume de 1.423.844 m3/dia de gás, foi decorrente de uma contratação ineficiente por parte dos gestores locais, pois o excedente era impossível de ser consumido pelas usinas térmicas existentes.
Antes de simplesmente repassar para os demais consumidores esta conta, alternativas de geração local e exportação ao sistema interligado deveriam ser avaliadas, o que possivelmente poderia provocar a redução de custos pelo não despacho das caríssimas usinas térmicas que usam óleo diesel que estão sendo utilizadas e geram a cobrança da Bandeira Vermelha 2.
O mesmo efeito de sobreposição de impostos PIS/COFINS e ICMS se configura aqui, impondo uma conta adicional de R$ 5,6 bilhões.
Por que é que agora os consumidores do Brasil devem pagar por isso?
ROSIMEIRE CECÍLIA DA COSTA
Presidente do Concen-MS
RICARDO VIDINICH
Presidente do Conselho de Consumidores da COPEL
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Intenção de consumo das famílias campo-grandenses tem aumento de 4% em julho
Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) aponta um aumento de 4,2% na Intenção de Consumo das Famílias (ICF) campo-grandenses em julho, que registrou 93,1 pontos frente ao mês de junho, com 89,3 pontos. Já na comparação ao mesmo período do ano passado, o aumento é de mais de 21%.
Segundo a pesquisa, os consumidores estão se sentindo mais seguros em relação à situação atual do emprego (30,5%) e a maioria tem uma perspectiva profissional positiva para os próximos seis meses (55%). Já em relação à renda atual, 45,5% afirmam que está igual ao ano passado e 29,8% disseram estar melhor que o mesmo período do ano anterior.
"Os índices mais positivos estão relacionados ao consumo e à renda do trabalhador, de modo que para se manter nesse ritmo, o consumidor tenderá a utilizar a criatividade no segundo semestre para driblar possíveis incertezas sobre o futuro”, afirma o presidente do Instituto de Pesquisa da Fecomércio-MS (IPF-MS), Edison Araújo.
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Nove dicas para você negociar melhor com seus fornecedores
Negociações entre fornecedores e revendedores devem ser bem construídas e estruturadas para o sucesso de um negócio, especialmente no mercado com margens tão apertadas, como o de distribuição de TI. Esse é um fator de grande importância para a prosperidade dos estabelecimentos, pois o caminho de aquisição de mercadorias, preços competitivos, prazos de pagamento e entrega influenciam na gestão do estoque e lucro da empresa. É muito importante uma negociação seja satisfatória para distribuidor e revendedor, e a empatia é, sem dúvida, um ingrediente essencial nessa relação.
Confira nove dicas para as revendas que precisam de melhores condições de pagamento, treinamento e outras vantagens para ajudar a alavancar as vendas:
1. Pesquise e peça orientações
Antes de tudo, pesquise sobre o produto e busque alternativas parecidas que existem no mercado. Desconhecer informações sobre o item desejado é uma desvantagem, portanto solicite materiais explicativos e vídeos para seu distribuidor. Analise valores e condições como frente e prazo de entrega.
2. Saiba o que você quer (e precisa)
É importante chegar em uma negociação sabendo o que quer e até onde pode ir. O empresário deve saber os seus limites – seja para preço ou para prazos. Se não tiver certeza do número de produtos que vai comprar, até quanto pode pagar, o prazo de entrega etc., o negociador fica sem argumentos. Quando se sabe até onde é possível ir, diminui-se a probabilidade de arrependimentos depois do negócio fechado.
3. Investigue no que ele pode te ajudar
Seu distribuidor pode te ajudar, principalmente, com orientações fiscais: estado de armazenamento e forma de tributação de alguns produtos podem influenciar no valor dos impostos pagos, no final das contas.
4. Solicite suporte técnico
Descubra se existe algum suporte para dúvidas técnicas em caso de dificuldades, assim é possível evitar a contratação de um especialista para problemas pontuais, o que acaba saindo mais caro. Portanto, a opção por um fornecedor com suporte e/ou treinamentos pode gerar uma economia relevante.
5. Avalie diferentes modelos de negócio
Alguns distribuidores trabalham com venda direta. Isso significa que nem sempre é necessário comprar o produto e tê-lo em estoque. É possível ter apenas um catálogo de produtos e, diante da decisão de compra do cliente, intermediar a venda e ganhar uma comissão – o que deverá otimizar o seu fluxo de caixa.
6. Use o estoque de seu distribuidor a seu favor
Fazer algumas compras programadas por mês (duas ou três) com seu fornecedor pode ajudar a otimizar o espaço de armazenamento e prazos de pagamento, o que vai deixar sua empresa mais saudável financeiramente.
7. Compre produtos em promoção
Peça para o seu fornecedor te enviar regularmente os produtos em promoção. É comum mercadorias entrarem em liquidação por motivos diversos e, acostumado a comprar sempre os mesmos produtos, as mercadorias mais baratas acabam sendo deixadas de lado pelos compradores.
8. Compre em grande quantidade
É uma excelente estratégia de negociação para aquele produto que você sabe que tem boa saída, pois pode conseguir preços especiais. Apesar de ser uma outra estratégia para conseguir um desconto na transação, é bom planejar bem e analisar estrutura de estoque.
9. Pague à vista
Se tiver certeza da saída do produto, pague à vista. É possível conseguir descontos interessantes com fornecedores nesses casos.
O importante é entender que os fornecedores estão cada dia mais parceiros dos clientes. A tendência é valorizar fregueses fieis e esse ambiente oferece maior abertura para negociações e apoios – não apenas financeiros – que podem ajudar muito a sua empresa ter mais lucratividade.
Júlio Miranda — Responsável pelo marketing da Reis Office, empresa de soluções completas para impressão, digitalização, transmissão e armazenamento de documentos.
Portal Administradores
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Varejo brasileiro opera com excesso de estoques
Passado o efeito do desabastecimento provocado pela greve dos caminhoneiros, agora sobram produtos nas lojas.
O comércio varejista tem de lidar com o excesso de estoque em um cenário de queda na intenção de consumo, motivada em parte pela disparada do dólar. E a situação pode se agravar com a proximidade das eleições.
Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC) com 6 mil lojas do País mostra que 30,7% delas tinham, no início de junho, estoques de bens duráveis, como eletrônicos, eletrodomésticos e veículos, acima do adequado ao ritmo de consumo – 14,3% tinham produtos abaixo do que seria normal.
O quadro se repete para bens não duráveis (alimentos e produtos de higiene e limpeza): 27% das lojas tinham produtos acima do adequado e 11,8% abaixo.
“A parcela de empresas que está com estoque sobrando é mais que o dobro da que está com falta de produto”, diz o economista-chefe da CNC, Fabio Bentes.
O executivo de uma rede de eletrodomésticos diz que os estoques aumentaram no varejo porque o consumo está fraco. Ele acredita que o segundo semestre será complicado por causa do cenário eleitoral, apesar de a sazonalidade ser normalmente mais favorável ao consumo nesse período.
Em junho, piorou a expectativa tanto de empresários quanto de consumidores, segundo a CNC. A confiança dos empresários do varejo caiu 3,5% ante maio, descontadas influências sazonais – maior recuo em três anos. A intenção de consumo das famílias baixou 0,5%.
Além da greve, a alta do dólar afetou o consumo e a disposição para comprar bens duráveis.
A decisão dos bancos de reduzir prazos de financiamentos para pessoas físicas também abala a intenção de consumo. O prazo médio passou de 15,8 meses em abril para 14,2 meses em maio, de acordo com Relatório de Crédito do Banco Central – um efeito dessa redução é o aumento do valor da prestação.
Diário do Comércio
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Transformação digital: a lição ainda não aprendida pelos varejistas
Não é de hoje que se fala em transformação digital nas organizações. O surgimento e a consolidação das tecnologias conectadas fazem com que o tema esteja no centro das discussões sobre novos modelos de negócio, principalmente para um varejo físico sedento por inovação e mudança. Contudo, a lição ainda não foi aprendida. Em minha recente viagem ao Vale do Silício, o assunto segue em pauta e foi abordado por praticamente todas as empresas da região.
É uma ideia que consiste na utilização inteligente das ferramentas digitais para promover a inovação, estimular novas práticas e aproximar a organização de seus clientes, afinal estamos na era da personalização e da conveniência. Dessa forma, fala mais das pessoas envolvidas nesses processos do que das máquinas em si. A cultura precisa ser moldada para abraçar esse novo conceito, integrar todos os departamentos e deixar os colaboradores à vontade e engajados para buscar novas soluções. Não basta, portanto, impor diferentes tecnologias e acreditar que é o suficiente para encarar os desafios. Lembre-se: imposição não combina com transformação.
Aqui, ainda é comum ver empreendedores deixando apenas nas costas do departamento de TI a responsabilidade pela implementação e funcionamento de todos os serviços tecnológicos. A tecnologia não é mais uma área de demandas específicas, mas sim um processo contínuo presente nas mais diversas áreas. O sucesso depende justamente da aproximação delas, que podem aceitar, ou não, os novos processos. A empresa só muda quando todos os profissionais estão unidos no mesmo objetivo. E, na minha opinião, essa mudança é de cima para baixo, ou seja, do maior escalão para o menor, caso contrário, a energia em projetos independentes não será suficiente para romper as barreiras da hierarquia caso os líderes não estejam devidamente envolvidos.
Em um mundo cada vez mais competitivo, o varejista não pode mais ignorar a transformação digital, a disrupção de modelos, a inovação constante. Independentemente do setor em que atua, a recomendação é fazer mais com menos, ou seja, ter um alto desempenho nos negócios com um baixo custo – o que só é possível com o suporte da tecnologia, que traz empiricamente produtividade a processos engessados e caros. Nenhum empreendedor, por menor que seja, consegue trabalhar e inovar sem o apoio de recursos digitais. Foi-se o tempo em que essas ferramentas eram restritas ao mundo online. Virtual e real são dois lados da mesma moeda e dizem respeito tanto ao varejo físico quanto ao e-commerce.
Tanto que é inadmissível ver lojistas ignorando a grande quantidade de dados existentes para a tomada de decisões. Não faltam soluções que possibilitam as mais diferentes análises e informações. O conceito de machine learning (aprendizado da máquina), por exemplo, evoluiu e tem evoluído justamente para otimizar a gestão. Ainda hoje os varejistas recorrem ao feeling, ao "achismo" sobre seu negócio e seus consumidores, para tentar aumentar as vendas. Não dá mais para ser assim. É preciso atrelar suas ações aos dados – "because data beats opinions", que em português quer dizer: "porque dados superam a opinião", frase cujo uso tem sido constante em palestras sobre analytics ao redor do mundo.
Muitos empreendedores de lojas físicas do Brasil ainda estão presos às perguntas erradas. Não há uma fórmula mágica que ensine a resposta certa, mas é possível aprender a fazer os questionamentos corretos. É preciso olhar para dentro do seu negócio e pensar: 'quais perguntas eu tenho que fazer para melhorar a minha empresa, o meu negócio, o meu produto?' Questões erradas dão respostas erradas. Ao acertar as perguntas, elas darão o primeiro passo para entrar, de fato, no processo da transformação digital.
Flavia Pini — COO na FX Retail Analytics, empresa que oferece inteligência para o varejo por meio do monitoramento de fluxo.
Portal Administradores
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