Banco Central reduz juros básicos da economia para 11,25% ao ano
Pela quinta vez seguida, o Banco Central (BC) baixou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic em 1 ponto percentual, de 12,25% ao ano para 11,25% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.
Com a redução de hoje, a Selic retorna ao nível de dezembro de 2014, quando também estava em 11,25% ao ano. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano, no menor nível da história, e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Somente em outubro do ano passado, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia.
Em comunicado, o Copom informou que o comportamento da inflação permanece favorável. “O processo de desinflação [abrandamento da inflação] se difundiu e houve consolidação da desinflação nos componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária. A desinflação dos preços de alimentos constitui choque de oferta favorável”, diz a nota do comitê.
A nota também diz que a aprovação e implementação das reformas do governo, especialmente as de natureza fiscal e de ajustes na economia, são “relevantes para a sustentabilidade da desinflação e para a redução da taxa de juros estrutural”.
A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 0,25% em março, o menor nível registrado para o mês desde 2012.
Nos 12 meses terminados em março, o IPCA acumula 4,57%. Até o ano passado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabelecia meta de inflação de 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos, podendo chegar a 6,5%. Para este ano, o CMN reduziu a margem de tolerância para 1,5 ponto percentual. A inflação, portanto, não poderá superar 6% neste ano.
Inflação
No Relatório de Inflação, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA encerrará 2017 em 4%. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,09%.
Até agosto do ano passado, o impacto de preços administrados, como a elevação de tarifas públicas, e o de alimentos, como feijão e leite, contribuiu para a manutenção dos índices de preços em níveis altos. De lá para cá, no entanto, a inflação começou a desacelerar por causa da recessão econômica e da queda do dólar.
A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores impulsionam a produção e o consumo num cenário de baixa atividade econômica. Segundo o boletim Focus, os analistas econômicos projetam crescimento de apenas 0,41% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2017. No último Relatório de Inflação, o BC reduziu a estimativa de expansão da economia para 0,5% este ano.
A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação.
Agência Brasil
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Como o RH colabora para tornar as empresas mais ágeis?
É a partir desses times que o start para novas iniciativas é dado nas companhias – seja pela contratação dos melhores talentos, pela criação de um modelo que estimule os colaboradores a buscarem por estratégias inovadoras, pelo desenvolvimento de campanhas internas que incentivem o autodesenvolvimento, etc.
Portanto, as tecnologias disruptivas que chegam às empresas são fundamentais também para o RH. Pode ser por meio de uma solução inovadora com alcance global – que auxilia na gestão dos funcionários – ou ainda pelo outsourcing, no qual todo esse gerenciamento é feito por um parciero especializado. O importante é que o RH tenha ferramentas que melhorem suas operações e imprimam eficiência ao seu dia a dia, permitindo assim que a área assuma a posição estratégica demandada dentro das companhias.
Segundo estudo da Accenture publicado em 2015, “para competir em um mundo de rápidas mudanças, o RH passará por uma profunda reformulação para que seu papel se torne um motivador de agilidade às empresas. Nesse papel, o departamento irá permitir um novo tipo de organização – projetada em torno de talentos altamente ágeis e responsivos”.
A sua empresa já está preparada para essa reformulação? Para ajudá-lo nesse desafio, listamos abaixo algumas dicas de como os departamentos de RH podem começar a trabalhar esse movimento:
Procure pelo parceiro correto
O cuidado na escolha de um parceiro que permita, por meio de soluções tecnológicas, a otimização do tempo dos profissionais de RH se torna essencial em tempos nos quais essas opções se popularizam no mercado. O outsourcing pode ser a melhor decisão para que o foco total das equipes fique naquilo que a empresa mais necessita, além de garantir que a área passe a contar com a expertise e o compliance de companhias especializadas em gestão do capital humano em todas as suas operações.
Esteja sempre próximo dos seus colaboradores
A valorização e o desenvolvimento de colaboradores são primordiais para o andamento dos negócios e a redução do turnover nas empresas, uma vez que o investimento no capital humano precisa ir além do momento da contratação de um novo empregado ou da realização de pesquisas de satisfação. Segundo a Accenture, “profissionais de RH se tornarão experts em identificar talentos e combiná-los com as principais necessidades das companhias. Para tanto, irão se basear em uma fonte de dados que possibilita a análise para além das habilidades e experiências de cada um – como suas paixões, preferências e competências”.
Promova uma cultura positiva dentro da empresa
Para o bom andamento do dia a dia de trabalho, é fundamental que seja oferecido um espaço que possibilite a troca entre colaboradores, estimulando a motivação e a busca por novos conhecimentos. Mais importante que manter uma pessoa em um cargo é entender suas capacidades, avaliando constantemente se ela se encaixa na posição em que está, seu nível de satisfação e até o interesse em trabalhar em filiais no exterior, por exemplo.
Segundo os pontos acima, a preparação do departamento de RH para uma atuação mais estratégica para a empresa pode começar dentro de casa. Portanto, o momento é de revisão de processos, compreensão profunda do papel de cada time para a otimização das rotinas e colaboração com os negócios. Só assim podemos garantir que o trabalho dessa área apoie um dos principais pilares do sucesso de uma companhia – a real gestão do capital humano.
Portal Contábeis
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Férias, transporte e home office: o que pode mudar na CLT
A reforma trabalhista, se aprovada, será a maior modificação na CLT(Consolidação das Leis do Trabalho) desde sua criação em 1943.
O parecer, previsto inicialmente para o dia 4 de maio, foi antecipado para hoje e apresentado pelo relator, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), para a comissão especial que analisa o tema.
Com 844 emendas propostas ao texto enviado pelo governo, o Projeto de Lei 6787/2016 se tornou um dos mais emendados da história.
Ele prevê revogação de 18 pontos da CLT entre uma centena de modificaçõesem temas como férias, teletrabalho e a prevalência jurídica de acordos coletivos entre empresas e sindicatos. Novo texto: A Xerpa te conta os detalhes da Reforma Trabalhista apresentada por Michel Temer Patrocinado
“Inspiradas no fascismo de Mussolini, as regras da CLT foram pensadas para um Estado hipertrofiado, intromissivo, que tinha como diretriz a tutela exacerbada das pessoas e a invasão dos seus íntimos”, diz o relatório.
Deputados da oposição tentaram impedir a leitura do relatório, que inicia a contagem de prazo interno para a apreciação da medida em caráter definitivo.
O presidente da comissão especial, deputado Daniel Vilela (PMDB-GO), disse que a proposta pode já ser votada na comissão na semana que vem, mas provavelmente não em plenário.
Veja algumas das mudanças propostas:
Férias
Como é hoje: as férias são concedidas em um só período e somente em casos excepcionais em 2 períodos, um dos quais não poderá ser inferior a 10 dias corridos.
Como pode ficar: as férias podem ser concedidas em até três períodos. Um deles não pode ser inferior a 14 dias corridos e os períodos restantes não podem ser inferiores a 5 dias corridos cada um.
Não está permitido o início das férias nos dois dias que antecedem feriado ou dia de repouso semanal remunerado.
Outro ponto revogado proibia que trabalhadores com mais de 50 anos parcelassem suas férias.
Acordos coletivos
Como é hoje: as negociações firmadas em acordos coletivos entre trabalhadores e empregadores geram disputas judiciais quando é interpretado que há conflito com a CLT.
Como pode ficar: o texto enviado pelo governo previa 13 pontos específicos que poderiam estar sujeitos às negociações, número ampliado para 40 pelo relatório.
Entre eles estão jornada de trabalho, redução de salário, parcelamento de férias e o banco de horas, entre outros.
O projeto inicial do governo proibia a prevalência dos acordos coletivos sobre a lei em apenas dois itens: normas de segurança e medicina do trabalho.
O novo texto define que estão de fora dos acordos coletivos também FGTS, 13º salário, integralidade do salário e férias proporcionais. Foi mantido o prazo de validade máximo de dois anos para os acordos.
Horas “in itinere”
Como é hoje: o tempo que o empregado gasta em transporte fornecido pela empresa, de ida e retorno, até o local da prestação dos serviços de difícil acesso e não servido por transporte público regular, deve ser computado na jornada de trabalho.
Como pode ficar: se o tempo de percurso mais as horas efetivamente trabalhadas excederem a jornada normal, o excesso deve ser remunerado como hora extra.
“Vai acabar com esse pagamento para geral. A responsabilidade do transporte é do poder público”, afirmou o relator ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado.
O relatório afirma que a medida “mostrou-se prejudicial ao empregado ao longo do tempo, pois fez com que os empregadores suprimissem esse benefício aos seus empregados. Acreditamos que, a partir da aprovação do dispositivo, esse benefício volte a ser concedido”.
Imposto sindical
Como é hoje: Os empregadores são obrigados a descontar da folha de pagamento de seus empregados a contribuição sindical equivalente a um dia de trabalho, além de um percentual do capital social da empresa.
Como pode ficar: A contribuição deixa de ser obrigatória e somente será devida mediante prévia adesão do trabalhador ou do empregador.
“Os fundamentos da época em que a contribuição sindical foi criada não mais subsistem e o seu caráter obrigatório é um verdadeiro contrassenso com o princípio da liberdade sindical, consagrado em nossa
Constituição”, diz o relatório.
Segundo o deputado, o país tem 17 mil sindicatos que recolhem R$ 3,6 bilhões em tributos anualmente.
Terceirização
Como é hoje: o texto aprovado pelo Congresso no final de março e sancionado pelo presidente Michel Temer permite a terceirização quase irrestrita e a ampliação das possibilidades de trabalho temporário.
Como pode ficar: fica estabelecido uma quarentena mínima de 18 meses para que trabalhadores demitidos sejam recontratados pela mesma empresa como prestadores de serviço.
Alguns economistas apontavam que ampliar a terceirização poderia causar o risco de “pejotização” (contratação massiva de trabalhadores como pessoas jurídicas) em massa, com perda de arrecadação para o governo e prejuízo sobre a contribuição previdenciária.
O texto também garante que quando o terceirizado trabalhar nas dependências da empresa contratante, terá os mesmos direitos dos demais empregados em relação a alimentação (quando oferecida em refeitórios), transporte e atendimento médico ou ambulatorial nas dependências, entre outros.
Trabalho intermitente
Como é hoje: não há regulamentação específica sobre o tema.
Como pode ficar: o empregado deverá ser convocado para a prestação do serviço com, pelo
menos, 5 dias de antecedência.
Os direitos serão calculados com base na média dos valores recebidos pelo empregado intermitente nos últimos 12 meses ou no período de vigência do contrato, se for inferior a 12 meses.
O contrato deve conter especificamente o valor da hora de trabalho, que não pode ser inferior ao valor horário do salário mínimo ou ao dos demais empregados do estabelecimento que exerçam a mesma função em contrato intermitente ou não.
Teletrabalho / home office
Como é hoje: não há regulamentação específica sobre o tema.
Como pode ficar: um artigo estabelece que o teletrabalho deve constar na carteira de trabalho mas que pode haver uma transição para o modelo presencial por determinação do empregador, garantido prazo de transição mínimo de quinze dias.
O relatório diz que o objetivo da regulamentação é “estabelecer garantias mínimas para que as empresas possam contratar sob esse regime sem o risco de a Inspeção do Trabalho autuá-las ou a Justiça do Trabalho condená-las por descumprimento das normas trabalhistas”.
Segundo o IBGE, mais de quatro milhões de brasileiros já trabalham em casa, a maioria deles na condição de autônomos ou de profissionais liberais.
Exame
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Construir em MS fica mais caro pelo terceiro mês consecutivo, diz IBGE
O preço da Construção Civil em Mato Grosso do Sul têm subido gradativamente desde dezembro e fechou março, custando R$ 1.021,10 por metro quadrado, alta de 0,16% se comparado com fevereiro. Os dados são do Sinapi (Índice Nacional da Construção Civil) divulgados nesta sexta-feira (7) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
De janeiro a março, a construção civil acumula alta de 0,41% e em 12 meses, ficou 4,82% mais cara. Preço da mão de obra e material de construção também ficaram encareceram em março.
Com relação aos materiais, o preço subiu de R$ 533,89 para R$ 534,22 e mão de obra de R$ 499,27 para R$ 503,74.
Comparado por região, Mato Grosso do Sul tem o valor mais barato do Centro-Oeste para construir. Em Goiás, o custo por metro quadrado é de R$ 1.021,87. Distrito Federal é o estado mais caro, com preço de R$ 1.073,01. A nível Brasil, construir em MS é 1,5% mais em conta.
Alta consecutiva – Em dezembro, o preço do metro quadrado fechou em R$ 1.012,78, subindo para R$ 1.016,91. Em fevereiro, os custos elevaram para R$ 1.019,43.
Campo Grande News
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Prefeitura lança observatório com dados sobre a cultura e o turismo
A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Sectur), lança nesta quarta-feira (12) o Observatório de Cultura e Turismo de Campo Grande. O observatório funcionará como um núcleo de inteligência da pasta e trará informações essenciais para aprimorar e desenvolver a Cultura e o Turismo da Capital.
“O observatório é uma importante ferramenta de gestão, tanto para o setor privado, como para o setor público. Por meio dele, conseguiremos identificar o perfil do turista que visita a Capital, suas expectativas e o cenário turístico local. No âmbito cultural, mapearemos os agentes e os espaços, por exemplo,” explica a secretária de Cultura e Turismo, Nilde Brum.
Mensalmente, o observatório lançara um boletim informativo para que se torne um instrumento de pesquisa e base de dados para futuros monitoramentos, pesquisas e outras formulações. Durante o lançamento a prefeitura já apresentará a primeira edição, com informações sobre o segmento turístico. Os indicadores foram obtidos pela Sectur, em parceria com entidades e associações ligadas ao trade turístico, além da Federação do Comércio de Bens, Serviço e Turismo (Fecomércio) e universidades.
A expectativa é de que a partir de junho já seja possível obter informações sobre o setor cultural, por meio da página do Sistema Municipal de Informações e Indicadores Culturais (SMIIC). No momento o canal está em fase de teste e passa por avaliações.
“Esperamos que no próximo mês a gente divulgue, junto com os dados do turismo, informações do setor cultural. Implantando o SMIIC, a Sectur cumpre uma das metas do Plano Municipal de Cultura e começa a desenhar a Cultura em Campo Grande”, afirma a superintendente de Cultura da secretaria, Renata Leoni.
O projeto será apresentado à imprensa e aos representantes das duas áreas a partir das 9 horas, no auditório do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul.
PMCG
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Varejo quer fisgar consumidor que sacou FGTS
O principal atrativo é a volta da "parcelinha", com o alongamento dos prazos de pagamento. Mas, para não fazer um mau negócio, educadores financeiros ressaltam que os trabalhadores não devem embarcar na euforia do FGTS a qualquer custo, para não comprometer planejamentos futuros.
As condições de pagamento variam de acordo com cada lojista. Na rede Extra, os eletrodomésticos e smartphones poderão ser parcelados em até 20 vezes sem juros no cartão da loja.
A empresa explica que essas condições antes eram restritas a produtos específicos ou promoções de datas comemorativas. Até o mês de julho, quando ocorre a liberação do último lote das contas inativas, o Walmart oferece aos consumidores a possibilidade de parcelar em até 15 vezes as suas compras de produtos da linha branca, eletrodomésticos e telefonia. Nos demais meses do ano, o prazo máximo será de 10 meses.
Para Nicola Tingas, consultor econômico da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), a receita extra do FGTS é boa tanto para o consumidor – que ganha poder de barganha para tentar descontos maiores -, quanto para o lojista, que vê o risco de inadimplência cair.
As prestações a longo prazo, no entanto, podem esconder um risco para os consumidores, já que os juros sempre estarão embutidos nas parcelas, alerta a planejadora financeira da Planejar, Diana Benfatti.
Mesmo que a loja anuncie que pagamentos a prazo são isentos de taxas, "o valor do dinheiro no tempo sempre tá dentro do preço". "O que existe é a falta de desconto. Se conseguir desconto maior que os juros que estaria pagando, vale a pena pagar à vista", explica. A queda de 7% nas vendas nos últimos doze meses, segundo o IBGE, aliada a um cenário ainda incerto, faz com que os empresários do setor varejista não se sintam confortáveis para oferecer juros menores nas compras parceladas, avalia o diretor econômico da Associação Nacional dos Executivos de Finanças Miguel Oliveira. Para ele, as promoções anunciadas também são uma estratégia para liquidar os altos estoques.
Consultoria
Para tentar alavancar suas vendas com o FGTS, a Casas Bahia espalhou nas fachadas das suas lojas banners que convidam os consumidores para tirar dúvidas sobre o benefício com consultores especializados. O jornal O Estado de S. Paulo visitou três lojas em São Paulo, localizadas na Praça Ramos de Azevedo, na Avenida Liberdade e no Largo do Bairro do Limão, para saber como funcionava este atendimento.
Em uma das lojas, o consultor se identificou como um funcionário da Caixa, tendo a função de pegar os dados pessoais do cliente para verificar se ele tinha ou não direito ao saque. Depois desse atendimento, o cliente recebia um voucher que prometia descontos exclusivos e era orientado a procurar os vendedores.
A reportagem conversou com vários vendedores, tentando barganhar alguma vantagem tanto na compra à vista quanto no parcelamento. Todos os benefícios e ofertas anunciadas no canal do YouTube da rede e nos vouchers entregues dentro das lojas, entretanto, não existiam para além dos preços e prazos que a rede varejista já praticava anteriormente.
Ao jornal O Estado de S. Paulo, a Via Varejo, empresa responsável pela administração da Casas Bahia e Ponto Frio, afirmou que não estabeleceu qualquer parceria com a Caixa para permitir que funcionários do banco atuassem dentro das suas lojas.
Por meio de nota, a Caixa informa que não existem parcerias com varejistas para consultas ao saldo das contas inativas.O Procon alerta que os consumidores não devem fornecer seus dados pessoais para consultores dentro de lojas.
Além disso, se o cliente receber alguma promoção com condições vantajosas e a oferta não for cumprida, ele deve reclamar. "A empresa pode ser acusada de realizar propaganda enganosa", afirma Marta Aur, assessora técnica da diretoria de atendimento do Procon.
Otimismo
O comércio varejista do Estado de São Paulo pode ter um faturamento extra de até 2,5% neste ano com o dinheiro das contas inativas do FGTS. A projeção, realizada pela Federação do Comércio, Bens Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomércioSP), aponta que os recursos extras nas mãos dos consumidores têm potencial para alavancar as vendas do setor principalmente na capital, Grande São Paulo e em Campinas, totalizando até R$ 15 bilhões em receita.
Para o economista da FecomércioSP, Fábio Pina, ainda que nem todo o dinheiro seja destinado ao consumo, o varejo pode se beneficiar no médio e longo prazos. Ao serem usados para quitar uma dívida ou em aplicações, tais recursos entram no mercado financeiro e elevam a capacidade bancária de conceder empréstimos.
Revista PEGN
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Copom se reúne esta semana e pode reduzir novamente a taxa Selic
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia nesta terça-feira (11) a terceira reunião de 2017 para definir a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 12,25% ao ano. O resultado da reunião será anunciado após o segundo dia do encontro, na quarta-feira (12).
Com a inflação mais baixa, o BC tem indicado que pode intensificar os cortes na taxa básica de juros. Em fevereiro, o Copom anunciou o quarto corte seguido na taxa. Por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,75 ponto percentual, de 13% ao ano para 12,25% ao ano. Esse foi o segundo corte seguido de 0,75 ponto percentual.
A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores impulsionam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica
Dinâmica da reunião
Na manhã do primeiro dia da reunião, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, e diretores do banco fazem a análise de mercado. À tarde é feita a análise de conjuntura.
No segundo dia, após análise da perspectiva para a inflação e das alternativas para a Selic, a diretoria do BC define a taxa e anuncia a decisão para o mercado.
Agência Brasil
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Caixa antecipa pagamento do FGTS inativo para nascidos em março, abril e maio
O pagamento das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para trabalhadores nascidos em março, abril e maio foi antecipado do dia 10 para o próximo sábado (8).
Mais de 7,7 milhões de brasileiros têm direito ao saque a partir deste mês, e o valor disponível passa de R$ 11,2 bilhões, informou a Caixa Econômica Federal. Cerca de 2,3 milhões de trabalhadores (30%) receberão automaticamente o crédito nas contas da Caixa Econômica Federal no dia 8.
“O trabalhador não vai perder nenhum rendimento por termos antecipado para 8 de abril”, disse o presidente da Caixa, Gilberto Occhi. Ele explicou que o banco antecipou a atualização monetária e os juros dos saldos na conta para fazer o pagamento com o valor corrigido no sábado.
Neste sábado, 2,1 mil agências da Caixa ficarão abertas das 9h às 15h para atendimento aos nascidos em março, abril e maio. Na primeira fase, foram abertas 1,8 mil agências aos sábados. Além disso, o banco informou que abrirá 200 salas de autoatendimento, que terão a presença de funcionários para tirar dúvidas.
A relação das agências estará disponível no site do banco ainda hojje Também está prevista a abertura antecipada em duas horas das agências da Caixa entre a próxima segunda (10) e a quarta-feira (12) para pagamento exclusivo de contas inativas do FGTS.
O diretor executivo de Fundos de Governo da Caixa, Valter Nunes, lembrou que no sábado não é possível transferir o dinheiro para outro banco por meio de Transferência Eletrônica Disponível (TED), mas os clientes poderão enviar o dinheiro por DOC (Documento de Crédito), limitado ao valor de até R$ 4.999, 99, com liberação do dinheiro na terça-feira e isenção de tarifas.
Para valores a partir de R$ 10 mil, a Caixa exige a carteira de trabalho e a liberação do dinheiro demora um dia.
Dificuldades para sacar
O presidente da Caixa disse que um dos principais problemas enfrentados pelos trabalhadores para o saque na primeira fase foi a falta de informação sobre a data da demissão.
Gilberto Occhi lembrou que, em tais casos, as empresas têm que informar à Caixa que houve a demissão e o motivo. Quando isso não acontece, o trabalhador deve levar à Caixa a carteira de trabalho e o termo de rescisão. “Ao trazer essa documentação, o sistema precisa de dois dias úteis para que haja essa atualização.”
No caso de o empregador não fazer os depósitos, a orientação da Caixa é procurar inicialmente a empresa e, se não for resolvido, o sindicato da categoria e a Superintendência Regional do Trabalho.
Balanço da primeira fase
Entre os dias 10 e 31 de março, a Caixa registrou o pagamento de mais de R$ 5,9 bilhões a cerca de 3,7 milhões de pessoas. O valor equivale a 85% do total inicialmente previsto (R$ 6,96 bilhões) e aproximadamente 77% dos trabalhadores (4,8 milhões), nascidos em janeiro e fevereiro, beneficiados com a Medida Provisória 763, que permite o saque de contas inativas. Segundo Occhi, na primeira fase 24 mil clientes dos bancos usaram o dinheiro do FGTS para quitar R$ 368 milhões de dívidas com o banco.
Cronograma de pagamento
O pagamento das contas inativas começou no dia 10 de março e vai até 31 de julho, de acordo com o mês de aniversário do trabalhador. Que nasceu em janeiro e fevereiro e ainda não sacou o dinheiro, pode buscar os recursos até julho. As retiradas poderão ser efetuadas até o dia 31 de julho deste ano e apenas o trabalhador que pediu demissão ou foi demitido por justa causa até o dia 31 de dezembro de 2015 pode sacar o saldo da conta inativa.
Liberação do pagamento Mês de nascimento
8 de abril de 2017 março, abril, maio
12 de maio junho, julho, agosto
16 de junho set/out/novembro
14 de julho dezembro
Agencia Brasil
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O que o cliente oculto pode fazer pelo seu negócio
À primeira vista, eles são clientes comuns. Agendam serviços, fazem perguntas, compram produtos, checam a qualidade do atendimento, observam a limpeza do estabelecimento, reclamam ou elogiam quem os atendeu, e por aí vai.
Mas, na verdade, pertencem ao quadro de 100 mil clientes ocultos cadastrados pela OnYou, especializada em auditoria de qualidade.
Avaliar o atendimento ou serviço por meio de uma espécie de "espionagem do bem" é uma prática que já se tornou rotineira entre grandes empresas.
Esse serviço surgiu nos Estados Unidos na década de 1940, com a intenção de coibir fraudes e, mais adiante, perto da década de 1970, começou a ser utilizada também pelo varejo.
No Brasil, começou a ganhar corpo em meados da década de 1980, e se consagrou entre varejistas do porte da Via Varejo e L´Oreal. Desde 2015, a avaliação sistemática de qualidade registra crescimento de demanda no país.
De acordo com José Worcman, 38 anos, sócio-fundador da OnYou, empresas de pequeno porte estão cada vez mais comprometidas em rever processos, mapear falhas, entender o consumidor, e multiplicar os olhos do dono dentro da empresa.
De um ano para cá, Worcman diz ter aumentado em 30% contratos com pequenas e médias empresas.
No portfólio de atendimento da OnYou (são mais de 400 nomes), há hoteis,restaurantes, companhias aéreas e concessionárias de veículos. Todos preocupados em detectar os pontos positivos da operação e identificar eventuais falhas que provocam perdas de vendas.
O uso das redes sociais e a força de páginas dedicadas à experiências e reclamações engrossam a lista de fatores que impulsionam à adesão a esse tipo de consultoria.
"As empresas estão cada vez mais vulneráveis. Por isso, buscam no cliente oculto um atalho para evitar a exposição de possíveis falhas", diz Worcman.
A rede de franquias Ri Happy passou a utilizar o serviço há pouco mais de um ano, como parte de um programa de desenvolvimento de vendas adotado pela marca em 2013.
Mais que uma ferramenta utilizada para corrigir problemas, a pesquisa se tornou um indicador para o relatório de vendas da companhia.
Fábio Riva Xavier, 33 anos, superintendente de vendas da Ri Happy, explica que junto a consultoria foram desenvolvidos dois tipos de formulário: o básico, e outro prioritário. O primeiro envolve itens como limpeza, pintura, uniforme e organização de prateleiras.
O segundo é composto por 20 perguntas que envolvem todos os passos do atendimento.
No início, a taxa de aderência ao formulário principal era de 20%. Ou seja, apenas essa parcela do processo estava sendo realizada de acordo com o padrão proposto.
"A evolução desse índice é uma informação interna, mas posso garantir que tivemos um ganho muito significativo", diz.
As avaliações acontecem em um ritmo de frequência que oscila nas 230 lojas da rede. Pode ser bimestral, mensal, quinzenal, ou até semanal, de acordo com a relevância de cada unidade.
A rede de franquias Mania de Churrasco utiliza o serviço há três anos, e encontrou no método uma forma de estimular seus funcionários.
Se o atendente cumprir o passo a passo de acordo com a avaliação do cliente oculto e, ao final, desejar “um bom churrasco”, ele é premiado com R$ 50. O mesmo acontece com o churrasqueiro se o ponto da carne vier ao gosto do freguês.
As 39 lojas da rede recebem até quatro visitas por mês de pessoas que avaliam desde o tempo de espera na fila até as frases ditas pelos atendentes, se eles estão sorrindo, os comentários feitos entre eles, a falta de troco, o jeito que entregam cada prato, entre outras situações.
Para Alessandro Pereira, 41 anos, um dos sócios da rede, essa bonificação foi a maneira que ele e seus sócios encontraram de mostrar aos funcionários que essa vigilância não tem caráter punitivo.
"Queremos que eles trabalhem bem, confiantes no que estão fazendo".
Sem revelar o valor gasto com a ação, ambas as empresas afirmam se tratar de investimento elevado.
Worcman, porém, argumenta que não é preciso se assustar, devido à flexibilidade de planos e programas, como por exemplo, uma avaliação telefônica que pode custar a partir de R$ 150.
Dependendo do tipo de estabelecimento e serviço a ser avaliado, as empresas podem pagar até R$ 5 mil por visita. "Mas o que sugerimos é um acompanhamento de um ano para que seja formulado um diagnóstico preciso".
À primeira vista, eles são clientes comuns. Agendam serviços, fazem perguntas, compram produtos, checam a qualidade do atendimento, observam a limpeza do estabelecimento, reclamam ou elogiam quem os atendeu, e por aí vai.
Mas, na verdade, pertencem ao quadro de 100 mil clientes ocultos cadastrados pela OnYou, especializada em auditoria de qualidade.
Avaliar o atendimento ou serviço por meio de uma espécie de "espionagem do bem" é uma prática que já se tornou rotineira entre grandes empresas.
Esse serviço surgiu nos Estados Unidos na década de 1940, com a intenção de coibir fraudes e, mais adiante, perto da década de 1970, começou a ser utilizada também pelo varejo.
No Brasil, começou a ganhar corpo em meados da década de 1980, e se consagrou entre varejistas do porte da Via Varejo e L´Oreal. Desde 2015, a avaliação sistemática de qualidade registra crescimento de demanda no país.
De acordo com José Worcman, 38 anos, sócio-fundador da OnYou, empresas de pequeno porte estão cada vez mais comprometidas em rever processos, mapear falhas, entender o consumidor, e multiplicar os olhos do dono dentro da empresa.
De um ano para cá, Worcman diz ter aumentado em 30% contratos com pequenas e médias empresas.
No portfólio de atendimento da OnYou (são mais de 400 nomes), há hoteis,restaurantes, companhias aéreas e concessionárias de veículos. Todos preocupados em detectar os pontos positivos da operação e identificar eventuais falhas que provocam perdas de vendas.
O uso das redes sociais e a força de páginas dedicadas à experiências e reclamações engrossam a lista de fatores que impulsionam à adesão a esse tipo de consultoria.
"As empresas estão cada vez mais vulneráveis. Por isso, buscam no cliente oculto um atalho para evitar a exposição de possíveis falhas", diz Worcman.
A rede de franquias Ri Happy passou a utilizar o serviço há pouco mais de um ano, como parte de um programa de desenvolvimento de vendas adotado pela marca em 2013.
Mais que uma ferramenta utilizada para corrigir problemas, a pesquisa se tornou um indicador para o relatório de vendas da companhia.
Fábio Riva Xavier, 33 anos, superintendente de vendas da Ri Happy, explica que junto a consultoria foram desenvolvidos dois tipos de formulário: o básico, e outro prioritário. O primeiro envolve itens como limpeza, pintura, uniforme e organização de prateleiras.
O segundo é composto por 20 perguntas que envolvem todos os passos do atendimento.
No início, a taxa de aderência ao formulário principal era de 20%. Ou seja, apenas essa parcela do processo estava sendo realizada de acordo com o padrão proposto.
"A evolução desse índice é uma informação interna, mas posso garantir que tivemos um ganho muito significativo", diz.
As avaliações acontecem em um ritmo de frequência que oscila nas 230 lojas da rede. Pode ser bimestral, mensal, quinzenal, ou até semanal, de acordo com a relevância de cada unidade.
A rede de franquias Mania de Churrasco utiliza o serviço há três anos, e encontrou no método uma forma de estimular seus funcionários.
Se o atendente cumprir o passo a passo de acordo com a avaliação do cliente oculto e, ao final, desejar “um bom churrasco”, ele é premiado com R$ 50. O mesmo acontece com o churrasqueiro se o ponto da carne vier ao gosto do freguês.
As 39 lojas da rede recebem até quatro visitas por mês de pessoas que avaliam desde o tempo de espera na fila até as frases ditas pelos atendentes, se eles estão sorrindo, os comentários feitos entre eles, a falta de troco, o jeito que entregam cada prato, entre outras situações.
Para Alessandro Pereira, 41 anos, um dos sócios da rede, essa bonificação foi a maneira que ele e seus sócios encontraram de mostrar aos funcionários que essa vigilância não tem caráter punitivo.
"Queremos que eles trabalhem bem, confiantes no que estão fazendo".
Sem revelar o valor gasto com a ação, ambas as empresas afirmam se tratar de investimento elevado.
Worcman, porém, argumenta que não é preciso se assustar, devido à flexibilidade de planos e programas, como por exemplo, uma avaliação telefônica que pode custar a partir de R$ 150.
Dependendo do tipo de estabelecimento e serviço a ser avaliado, as empresas podem pagar até R$ 5 mil por visita. "Mas o que sugerimos é um acompanhamento de um ano para que seja formulado um diagnóstico preciso".
Diário do Comércio
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Receita libera consulta a lote de restituição do Imposto de Renda
A Receita Federal abre nesta sexta-feira (7) consulta ao lote multiexercício de restituição do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física referente aos exercícios de 2008 a 2016.
O crédito bancário para 104.963 contribuintes será realizado no dia 17 de abril, totalizando R$ 216,9 milhões. Desse total, R$ 84,2 milhões são contribuintes que tem preferência para receber: 19.043 idosos e 1.812 pessoas com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave. Os montantes de restituição são corrigidos pela taxa básica de juros, a Selic.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nesta hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.
A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF. Com o aplicativo é possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.
A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, ainda poderá fazer um requerimento por meio da Internet, no Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.
Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.
Agência Brasil
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