Calendário de saque de contas inativas do FGTS será divulgado dia 14
A Caixa Econômica Federal informou que vai anunciar na semana que vem o calendário do saque das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Além do cronograma de saque, será divulgado também o esquema de como será feito o pagamento.
O banco público avalia a possibilidade de abrir as agências de todo o país aos sábados para atender à grande demanda de beneficiários para sacar o dinheiro das contas inativas. Outra medida que está sendo estudada é a criação de um site especialmente destino a orientar os trabalhadores.
De acordo com o Jornal das Dez, da GloboNews, o governo vai divulgar o cronograma de saque na terça-feira (14) em solenidade no Palácio do Planalto. Quem nasceu em janeiro e fevereiro vai receber o dinheiro em março.
A Caixa estuda ainda possibilitar que os correntistas do banco possam ter o dinheiro da conta inativa do FGTS transferido para a conta, mas nesse caso o correntista teria que liberar a transferência.
Quem tem direito
Tem direito a sacar o dinheiro do FGTS quem tem saldo em uma conta inativa até 31 de dezembro de 2015. São mais de 10 milhões de pessoas, segundo cálculos do governo. Uma conta fica inativa quando deixa de receber depósitos da empresa devido à extinção ou rescisão do contrato de trabalho. O trabalhador deve estar afastado do emprego pelo menos desde o fim de 2015. No entanto, não é possível sacar o FGTS de uma conta ativa, ou seja, que ainda receba depósitos pelo empregador atual. Veja aqui o tira-dúvidas sobre quem tem direito a sacar.
De acordo com o Ministério do Trabalho, atualmente existem 18,6 milhões de contas inativas há pouco mais de um ano, onde estão depositados cerca de R$ 41 bilhões. A maior parte dessas contas tem saldo de menos de um salário mínimo, segundo o governo federal.
Como consultar o saldo
O trabalhador pode consultar o saldo pelo site da Caixa ou do próprio FGTS e através de aplicativo para smartphones e tablets (com versão para Android, iOS e Windows). É possível ainda fazer um cadastro para receber informações do FGTS por mensagens no celular ou por e-mail.
No aplicativo, é preciso informar o número do NIS e a senha criada para o acesso pela internet. Se ainda não tiver senha, é preciso clicar em "Primeiro Acesso". Veja o passo a passo para consultar o saldo pelo celular.
No site da Caixa, é preciso informar o NIS (PIS/Pasep), que pode ser consultado na carteira de trabalho, e usar uma senha cadastrada pelo próprio trabalhador. É possível usar ainda a senha do Cartão Cidadão. A página oferece a opção de recuperar a senha, mas é preciso informar o NIS. O serviço mostra dados cadastrais e lançamentos feitos na conta nos últimos seis meses.
O beneficiário pode ainda consultar seu extrato do FGTS presencialmente no balcão de atendimento de agências da Caixa. Também é possível ir a um posto de atendimento e fazer a consulta utilizando o Cartão Cidadão, desde que tenha em mãos a senha. Em caso de problema com essa senha, o trabalhador precisa comparecer a uma agência da Caixa para regularizá-la.
Não é possível consultar o extrato do FGTS pelo telefone.
Fraudes
O banco alerta que calendários não oficiais sobre saques de contas inativas do FGTS que circulam na internet, tanto em redes sociais como sites ou aplicativos de celulares, não procedem e devem ser ignorados. A Caixa tem recebido denúncias sobre a existência de canais não oficiais informando cronograma de saque e recomenda que os interessados em saber mais informações sobre as contas inativas só entrem nos canais oficiais do próprio banco.
Todas as informações oficiais estão disponíveis no site www.caixa.gov.br e nos perfis do banco no Twutter, @imprensacaixa e @caixa. A consulta ao saldo de contas inativas do FGTS pode ser realizada no site http://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/fgts/contas-inativas, aplicativo do FGTS, internet banking e terminais de autoatendimento, por meio do Cartão do Cidadão. Veja os canais no site da Caixa. Já pelo telefone a Caixa não fornece informações sobre o saldo do FGTS.
A Caixa alerta que muitos sites estão sendo colocados no ar informando que é possível fazer a consulta do saldo da conta inativa, com o objetivo de capturar os dados das pessoas para cometer fraudes ou vender o domínio das informações. Além disso, o banco já identificou mais de uma centena de perfis falsos se apresentando como sendo da Caixa.
Questionada sobre a grande quantidade de aplicativos de celular referentes a FGTS, o banco reitera que recomenda que os interessados só acessem o aplicativo oficial da Caixa. A maioria dos apps fornece informações e notícias já veiculadas sobre o assunto, mas alguns possibilitam o acesso ao saldo e extrato do FGTS.
Demanda, atualização e envio por SMS
A Caixa prevê que com a liberação dos saques, cerca de 3 milhões de pessoas a mais passem a procurar as agências ao mês. Por isso, está trabalhando para atualizar os dados dos beneficiários e espera que os trabalhadores entrem no site do banco e atualizem seus cadastros e já verifiquem se os dados ali estão corretos. O banco quer incentivar ainda os beneficiários a se cadastrarem no site da Caixa para receber informações sobre o FGTS via SMS.
Com isso, espera diminuir a procura nas agências. O banco pretende implantar um sistema em que o beneficiário poderá receber por meio de SMS informações personalizadas, como necessidade de corrigir o nome da mãe ou do pai no cadastro do NIS (PIS/Pasep), por exemplo. Esse tipo de atualização poderá ser feito pelo site, sem necessidade de ir à agência.
Para isso, o beneficiário precisa entrar no site da Caixa e fazer a atualização do celular e escolher a opção que deseja receber informações por SMS. Assim, as informações serão recebidas em primeira mão, segundo a Caixa, o que agilizará as mudanças necessárias. A Caixa informa que já está depurando os dados dos trabalhadores e verificando as possíveis inconsistências nos cadastros.
Um dos objetivos da Caixa é mandar por SMS a data que o beneficiário deverá ir à agência para realizar o saque da conta inativa.
G1
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Indústria de chocolate segura os preços e projeta Páscoa melhor em 2017
A Páscoa deste ano será celebrada apenas no dia 16 de abril, mas as empresas produtoras de chocolates já aguardam ansiosamente pela data na esperança de um resultado melhor do que o registrado no ano passado. Para que a expectativa seja concretizada em meio ao momento de cautela dos consumidores, a alternativa do setor é segurar os preços dos ovos de chocolate.
Para o vice-presidente de chocolate da Abicab (Associação Brasileira das Indústrias de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados), Afonso Champi, a Páscoa deste ano é vista com muita confiança pela indústria. Ele afirma que o setor está preparado para satisfazer a todos os paladares e perfis de consumidores.
— Para nós, da indústria, é necessário ter oferta para atender todas as demandas. E teremos produtos de valor agregado mais baixos, produtos mais sofisticados e a recomposição de ovos para atender todas as necessidades. […] Não dá para dizer que a linha de ovos menores é uma tendência, mas ela tem que ser atendida por todas as marcas. Os consumidores que gostam de uma determinada marca procuram ser atendidos por todas as demandas que eles buscam.
Gerente de marketing da Ferrero, Henrique Martini, diz que a empresa decidiu apostar neste ano não somente na oferta de ovos de Páscoa, mas também nos itens da linha regular. Segundo ele, os preços dos produtos da indústria para a data vão variar entre R$ 15 e R$ 70, sem reajuste em relação ao ano passado.
— O valor unitário de todos os produtos não aumentou. Toda a nossa linha regular não subiu o preço e os ovos não tiveram uma alta por causa da readequação da oferta.
Páscoa 2017 deve gerar 25 mil empregos temporários
O gerente de marketing da Arcor, Nicolas Seijas, afirma que a empresa adotou um aumento de preço na faixa de 5% para os produtos de Páscoa neste ano, valor abaixo da inflação calculada nos últimos 12 meses, que fechou 2016 na casa dos 6,29%. A avaliação de Seixas é de que consumidor vai continuar com uma postura racional e vai buscar a melhor relação entre preço e qualidade.
— Temos dois ovos que serão vendidos R$ 19,90 cada. E nenhum produto da companhia vai ultrapassar os R$ 40. Essa foi uma meta que a gente mirou no consumidor de maior valor agregado. A gente foi muito exigente para não superar essa barreira psicológica do consumidor que quer presentear.
O reajuste abaixo da inflação também aparece como uma realidade nos produtos da Cacau Show. De acordo com diretora de marketing da empresa, Raquel Paternesi, a expectativa da companhia é crescer cerca de 14% com a ajuda do reajuste menos intenso dos preços.
— Fizemos a nossa lição de casa buscando produtividade, eficiência e seleção de ingredientes para segurar esse preço e fazer uma oferta de Páscoa bastante atrativa.
O momento de dificuldade econômica também manteve os preços em um menor patamar nas lojas do Grupo CRM, responsável pelas marcas Brasil Cacau e Kopenhagen. Para a vice-presidente de marketing do núcleo, Renata Vichi, a previsão de crescimento em relação a 2016 é de 10% e o reajuste deste ano no valor dos produtos será na faixa de 8%.
— Nós repassamos ao consumidor menos do que a gente foi impactado. Teve variação cambial e o nosso dissídio foi de 9,6%. Tivemos a preocupação em segurar um pouco o preço neste momento [de crise].
Data
A aposta positiva para o setor durante a Páscoa deste ano também tem relação com a data da celebração, realizada em um período do ano com menor aperto no bolso dos consumidores. A gerente de marketing Garoto, Keila Broedel, avalia que o evento no dia 27 de março do ano passado é ruim pelo período próximo ao do pagamento das contas de início de ano, tais como IPVA, IPVU e material escolar.
— Para 2017, a Páscoa já passada do primeiro trimestre com as dívidas de início de ano e o consumidor já se adaptou à realidade e está mais propenso a presentear.
A percepção de Keila é também partilhada por Seijas, da Arcor. Ele analisa que a data em um mês mais distante permite que o consumidor realize um planejamento prévio. Vichi é também comemora e afirma que “as Páscoas em abril são tradicionalmente muito melhores do que as de março”.
Além da celebração em um período do ano menos favorável, o gerente de marketing de sazonais da Lacta, Ricardo Reis, ressalta que a Páscoa 2016 aconteceu em meio ao processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.
— Hoje, o Brasil vive um cenário político menos turbulento e a data agora no dia 16 de abril é melhor para a indústria.
R7
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Dieese apura queda de preço da cesta básica em 20 capitais
Consumidor está gastando menos para comprar cesta básica em 20 capitais pesquisadas pelo DieeseAgência Brasil/EBC
O valor dos alimentos essenciais na mesa dos brasileiros caiu, em janeiro, em 20 das 27 capitais onde é feita a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O quadro difere do registrado em dezembro, quando todas as localidades pesquisadas indicaram elevação de preços.
Ao longo de janeiro, a capital do Acre, Rio Branco, foi a que apresentou o maior recuo (-12,82%), seguida de Cuiabá (-4,16%), Boa Vista (-3,94%) Campo Grande (-3,63%) e Curitiba (-2,97%).
Já as altas ocorreram em Fortaleza (4,64%), Aracaju (2,18%), Salvador (1,30%), João Pessoa (0,76%), Teresina (0,57%); Manaus (0,18%) e Brasília (0,22%).
A cesta mais cara foi encontrada em Porto Alegre (R$ 453,67). O segundo maior valor também está no sul do país (Florianópolis, com R$ 441,92) e, na terceira posição, vem o sudeste com o Rio de Janeiro (R$ 440,16). Em sentido oposto, aparecem na lista, com os custos mais baixos, Rio Branco (R$ 335,15) e Recife (R$ 346,44).
Saiba Mais
Inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos é de 4,80% em 12 meses
No acumulado de 12 meses, houve elevação em 14 cidades com destaque para Maceió (15,99%); Fortaleza (11,89%) e Belém (8,52%). Entre as 13 localidades com redução, as mais expressivas foram anotadas em Belo Horizonte (-6,71%); Campo Grande (-4,69%); Palmas (-4,45%) e Brasília (-4,23%).
Valor do salário mínimo ideal
Pelos cálculos do Dieese, com base na cesta mais cara do país, o trabalhador deveria ganhar um salário mínimo de R$ 3.811.29 para sustentar uma família com quatro pessoas. O valor é 4,07 vezes maior do que o atual mínimo (R$ 937,00).
Comparado a janeiro de 2016, caiu a diferença entre o oficial e o ideal, já que há um ano o teto considerado necessário foi estimado em R$ 3.795,24 ou 4,31 vezes mais do que o salário mínio vigente naquele período (R$ 880,00).
A pesquisa aponta ainda que, com a correção do piso salarial em 6,48%, o trabalhador compromete 91 horas e 48 minutos para ganhar o equivalente para a compra dos produtos, tempo inferior ao mensurado em dezembro último (98h58) e em janeiro de 2016 (97h02).
São Paulo tem custo da cesta reduzido
Considerando o custo da cesta básica e o valor líquido constante no contracheque do trabalhador, em que já está descontado o recolhimento da Previdência Social, o comprometimento do ganho para adquirir os produtos atingiu em janeiro 45,36%, taxa menor do que a de dezembro último (48,89%) e janeiro de 2016 (47,94%).
Na cidade de São Paulo, o custo da cesta recuou 0,68% com valor de R$ 435,89, o quarto maior do país. No acumulado de 12 meses, a variação foi negativa em 2,77%. Entre os produtos que mais influenciaram esse resultado estão o feijão carioquinha (-17,75%); a batata (-14,63%); o leite integral (-2,66%) e a farinha de trigo (-0,58%).
Agência Brasil
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Vendas no varejo de material de construção sobem 4% em janeiro
Depois de amargar dois dos piores anos de sua série histórica, o varejo de material de construção espera voltar a crescer em 2017 e já dá sinais de retomada. Em janeiro, as vendas do setor cresceram 4%, na comparação com o mesmo período de 2016. Já na comparação com dezembro de 2016, a queda foi de 11%. “Janeiro é um mês tradicionalmente fraco para o nosso setor. É época de férias escolares e criança em casa não combina com reforma. Além disso, o consumidor tem uma série de gastos extras no início do ano: IPVA, IPTU, matrículas escolares. Isso definitivamente influencia o nosso setor”, declara Cláudio Conz, presidente da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção).
Segundo ele, o período de chuvas e a implementação do programa “Cartão Reforma” devem influenciar positivamente o setor, assim como o relançamento do Construcard, dando novo fôlego para que o consumidor volte a procurar as lojas de material de construção para realizar obras de longo prazo. “Os reflexos virão, mas por enquanto ainda estão acontecendo de forma mais lenta. Assim que os programas estiverem sendo executados a todo vapor, teremos mais resultados positivos. Por enquanto, eles ainda estão em fase de ajuste e implementação. Fora isso, as chuvas de verão devem levar mais clientes até as nossas lojas, seja para trocar a telha que quebrou ou para resolver a infiltração do banheiro que apareceu depois do temporal. Cedo ou tarde essa demanda vai aparecer e isso movimenta o nosso segmento”, explica Conz, completando:
"Estamos recebendo propostas de diversos bancos que querem facilitar o acesso ao crédito para o consumidor que quer reformar ou construir. Acesso ao crédito a juros baixos são música para os nossos ouvidos, porque temos que lembrar que o consumidor do nosso setor precisa planejar suas obras. Ninguém sai construído e reformando sem saber quanto vai gastar de material, quanto tempo a obra vai durar, quanto vai gastar com mão de obra e como vai se programar para pagar isso. Por conta da crise, o consumidor está realizando mais obras de curto prazo”.
Pesquisa Tracking Anamaco
Realizada pelo Instituto de Pesquisas da Anamaco, com o apoio da Abrafati, Instituto Crisotila Brasil e Anfacer, a Pesquisa Tracking ouviu 530 lojistas de todo o país entre os dias 25 e 30 de janeiro.
“Mesmo com a queda já esperada no primeiro mês de 2017, o setor tem dados sinais de recuperação. De agosto de 2016 a janeiro de 2017, o varejo de material de construção apresenta leve alta de 3%, comparado ao mesmo período do ano anterior. E a nossa expectativa é de crescermos 3% no primeiro semestre de 2017, mesmo prevendo um janeiro e fevereiro difíceis. Quando dizemos que o ano só começa depois do Carnaval, essa afirmação faz muito sentido para o nosso varejo”, completa Conz.
Em janeiro, a retração indicada na pesquisa atingiu todas as regiões do país, mas foi mais sentida no Nordeste, onde a variação chegou a -29%. O Norte apresentou queda de 11%, seguido pelo Sul (-8%) e Sudeste (-7%). O Centro-Oeste teve desempenho estável no período.
Ainda segundo o estudo, aumentou de 25% para 53% o otimismo dos lojistas do setor com relação às ações do Governo nos próximos meses. Já 40% dos entrevistados afirmou que pretende fazer novos investimentos em 2017.
Investimento e Notícias
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Prazo para pagamento do IPTU e Refis termina nesta sexta-feira
O pagamento do Imposto Territorial Predial Urbano (IPTU) e do Programa de Conciliação Fiscal (Refis), Imposto Sobre Serviços (ISS), vencem na próxima sexta-feira (10) O contribuinte que quitar os débito poderá ter os descontos e ainda concorrer aos prêmios do IPTU: três automóveis 0 km; 15 notebooks; 15 Tvs; 15 fornos microondas; cinco aparelhos de ar-condicionado.
O secretário Pedro Pedrossian Neto explica que o Programa de Conciliação Fiscal (Refis) mantemas mesmas condições de outros anos, com desconto de 90% nos juros de mora e 75% nas multas no pagamento à vista. Para o pagamento parcelado (em até 5 vezes), há redução de 75% dos juros de mora e 50% das multas.
“É muito importante que a gente abra essa janela de oportunidade da extensão do (Refis) Programa de Conciliação Fiscal, para que os contribuintes possam gozar desse desconto”, afirma o secretário.
IPTU 2017
Quem pagar o IPTU até o dia 10 de fevereiro terá 10% de desconto. Já os que optarem pelo pagamento parcelado em 10 vezes terá 5% de desconto. A Prefeitura também oferece desconto para os contribuintes em dívida, que podem aderir ao Refis (Programa de Conciliação Fiscal).
O pagamento pode se efetuado nas agências bancárias credenciadas ou na Central, da Rua Arthur Jorge, 500, das 8 às 16 horas. O desconto é apenas para pagamento à vista e o contribuinte precisa estar regular com a prefeitura, sem débitos passados.
“IPTU DÁ PRÊMIOS/2017”
Os participantes do concurso “IPTU DÁ PRÊMIOS/2017” concorrerão a 63 prêmios, assim distribuídos: primeiro sorteio, totalizando 21 prêmios, a ser realizado no dia 17/4/2017 compreenderá: 1 Automóvel 0 km; 5 notebooks; 5 Tvs; 5 fornos microondas; 5 aparelhos de ar-condicionado.
O cupom para sorteio poderá ser preenchido com o nome do proprietário ou de qualquer pessoa física ou jurídica que ele desejar. O cupom para sorteio deverá ser efetuado de forma legível, especificando o nome, CPF/CNPJ, RG, o endereço, o bairro e o telefone do participante.
O concurso “IPTU DÁ PRÊMIOS/2017” tem como objetivo a distribuição de prêmios aos contribuintes, mediante sorteios autorizados conforme disposto na Lei Federal n. 5.768/71, no Decreto Federal n. 70.951/72 e no Parágrafo único do art. 2º, da Lei n. 2.977, de 17 de agosto de 1993. O concurso “IPTU DÁ PRÊMIOS/2017” corresponderá ao exercício de 2017, iniciando-se em 2 de janeiro e encerrando-se em 30 de novembro do mesmo ano.
Poderá participar do Concurso “IPTU DÁ PRÊMIOS/2017”, toda pessoa física ou jurídica, proprietária ou não de imóveis, portadora de cupom relacionado à inscrição imobiliária predial ou territorial, doravante denominado participante, que receber a conta do IPTU/2017 na cor AZUL, pagar à vista ou parcelado na data de seus vencimentos e preencher corretamente o cupom, depositando-o na urna própria; receber a conta do IPTU/2017 na cor AMARELA, regularizar até um dia útil antes da data da realização do sorteio, os débitos de qualquer natureza, inscritos ou não em DÍVIDA ATIVA, mediante apresentação de quitação ou parcelamento dos mesmos nos postos de atendimento da Prefeitura Municipal e preencher corretamente o cupom, depositando-o na urna própria.
O cupom devidamente preenchido deverá ser depositado em uma das urnas instaladas nos locais abaixo relacionados: Paço Municipal; CAC – Central de Atendimento ao Cidadão e em outros locais a serem definidos pela Comissão Organizadora. Não terá validade o cupom que apresentar rasuras, adulterações ou emendas, que impossibilitem a identificação de sua autenticidade.
Os sorteios serão realizados em local público, de preferência no “hall” de entrada da Central de Atendimento ao Cidadão – CAC, com a presença da Comissão Organizadora, autoridades representativas e da comunidade.
Os sorteios serão realizados nas seguintes datas:
1º sorteio – dia 17 de abril de 2017;
2º sorteio – dia 17 de agosto de 2017;
3º sorteio – dia 17 de outubro de 2017.
O local e a hora dos sorteios serão definidos em ato do Poder Executivo e divulgados nos órgãos de imprensa local.
* Serviço: A Central do IPTU está localizada na Rua Arthur Jorge, 500, Centro.
PMCG
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Subsídios da conta de luz caem e tarifa do consumidor terá redução de 2,03%
A conta de luz vai cair, em média, 2,03% neste ano, devido à redução de pagamentos de subsídios do setor elétrico. As subvenções incluídas na tarifa de energia deste ano serão de R$ 13,904 bilhões, menos que no ano passado, quando somaram R$ 18,291 bilhões. Desse total, o consumidor terá de pagar R$ 11,9 bilhões, que serão repassados para a conta de luz.
A queda contrariou as previsões de aumento estimadas pela Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), que alertou para um impacto de até 6% no preço da energia em 2017, em razão de cobranças que, segundo a associação, são irregulares e foram incluídas no orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).
Trata-se de encargo cobrado mensalmente da população e das empresas para bancar custos de universalização de energia, subsidiar programas sociais do setor e financiar as indenizações das concessões elétricas, entre outras funções. Na prática, o que ocorreu é que, embora a conta de subsídios seja grande, ela ficou menor do que a do ano passado.
Além disso, as receitas da CDE aumentaram em relação a 2016. Por isso, a arrecadação necessária para cobrir o orçamento também será menor. Pelos cálculos da Aneel, os consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste terão uma queda maior, de 2,70%. Isso acontece porque a divisão da conta entre as regiões é desigual, e esses clientes pagam 4,53 vezes mais do que os do Norte e Nordeste.
Para os consumidores dessas duas regiões, a redução será de 0,35%. O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, reiterou que a política de subsídios ao setor deve ser revista neste ano. A intenção é reduzir o tamanho da conta. "Todo o esforço que está sendo feito, pelo governo e pela Aneel, é para revisitar esse tema e rediscutir essa política de subsídios do setor elétrico. Isso deve gerar uma racionalização e uma melhoria", afirmou.
Grande parte das despesas será destinada ao pagamento pelas usinas que abastecem os sistemas isolados do País, principalmente na região Norte. A rubrica Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) cairá dos R$ 6,339 bilhões do ano passado para R$ 3,950 bilhões neste ano. Auditorias realizadas pela Aneel levaram a um corte no preço e no volume do combustível usado pelas termelétricas.
Já as usinas a carvão mineral terão o valor de subsídios reduzido de R$ 1,005 bilhão no ano passado para R$ 909 milhões. Os recursos servem para a compra de carvão mineral extraído de minas no Sul do País. A Aneel acatou o pleito dos grandes consumidores, para que a Eletrobras ressarcisse valores apropriados de forma indevida na amortização de financiamentos concedidos para empresas da própria estatal, em condições mais vantajosas que aquelas praticadas pelo mercado.
Nas contas das empresas, essa devolução, em preços atuais, chegaria a R$ 3,7 bilhões. A agência determinou que o orçamento da CDE deste ano inclua a primeira, de dez parcelas anuais, da restituição devida pela Eletrobras, no montante de R$ 300 milhões. A Eletrobras também vai contribuir com outra receita para o fundo.
A estatal terá que devolver as indenizações que recebeu a mais, de forma indevida, no ano passado. A estatal teria de pagar R$ 604,2 milhões, mas o valor atualizado e corrigido passou para R$ 951 milhões, a serem pagos em seis parcelas mensais a partir de julho. O tema dos subsídios é um dos mais polêmicos no setor.
A audiência pública aberta pela Aneel recebeu 143 contribuições, dos quais 20% foram aceitas, 35% parcialmente aceitas e 45% rejeitadas. No ano passado, a conta de subsídios atingiu R$ 18,291 bilhões, dos quais R$ 15,3 bilhões foram pagos pelos consumidores.
Descontos
A CDE também arrecada recursos que permitem descontos a diversos grupos de interesse, que vão desde famílias de baixa renda a setores como o agricultura e irrigação. Neste ano, o valor para esses grupos será de R$ 6,176 bilhões.
No ano passado, o valor foi de R$ 6,156 bilhões, que foram divididos entre os consumidores de todo o País. Ou seja, 80 milhões de clientes pagaram para que os beneficiários tivessem um desconto médio de R$ 45,00 em suas contas.
De acordo com a Aneel, o desconto médio neste ano será corrigido pela inflação.Também recebem descontos empresas que fornecem serviços públicos de água, esgoto e saneamento e fontes incentivadas – como eólica, solar, biomassa, pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e cogeração. Nesse caso específico, as duas pontas têm benefícios: as usinas que produzem a energia e o comprador do insumo, como o comércio e a indústria.
Revista PEGN
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Destravado, Porto Seco pode gerar investimento de R$ 200 milhões
A Prefeitura de Campo Grande vai lançar nos próximos dias a licitação para conclusão do Porto Seco, que tem obra parada desde 2012. Nesta terça-feira (31) o prefeito Marquinhos Trad conseguiu autorização do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte Terrestre (DNIT) para fazer a reprogramação dos custos e abrir licitação para investimento de R$ 4,2 milhões, necessários para conclusão.
A obra começou em 2008 e já teve investimento de R$ 23,2 milhões, mas depende de R$ 4,2 milhões para conclusão. Destes, R$ 3,3 milhões sairão de saldo do convênio com o DNIT, de 2007 e R$ 946 mil de contrapartida da prefeitura.
A Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos fará levantamento das planilhas para implantação de 2,5 quilômetros de rede água; 5,2 quilômetros de rede de esgoto, ativação de um poço, iluminação pública interna e conclusão de trechos de meio-fio.
A estrutura de logística foi planejada para ocupar a área de 65 hectares, as margens do anel rodoviário, entre as saídas para São Paulo, Sidrolândia e Corumbá. O Porto Seco foi entregue em 2012, por 30 anos, em regime de concessão onerosa , para a administração do consórcio empresarial Park X, que venceu o processo de licitação. A partir do terceiro ano de funcionamento do terminal, o consórcio pagará à Prefeitura o valor de R$ 80 mil, com correção anual.
O consórcio Park X, integrado pela JBENS Participações Ltda (empresa líder) e Cotia Armazéns Gerais, prevê investimento de até R$ 200 milhões na instalação de terminais de cargas, combustível e armazéns.
Um estudo encomendado pelo grupo projeta a movimentação anual de até 2,200 milhões de toneladas quando tudo estiver funcionando como porto seco. Esta autorização depende de um estabelecimento alfandegário da Receita Federal, por onde seriam processadas exportações e importações. Ontem, durante agenda do prefeito em Brasília, o diretor de Infraestrutura Ferroviária do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Charles Magno Nogueira Beniz, deu carta branca para o superintendente do DNIT em Mato Grosso do Sul, Thiago Carim Bucker, interceder junto à Receita Federal para criar a zona alfandegária e permitir o terminal se transformar em porto seco.
Expectativa
Na opinião do presidente do Conselho Regional de Economia, Thales de Souza Campos, o terminal vai atrair grandes investimentos para Campo Grande e criará oportunidades de trabalho com melhor remuneração na área de logística, além de consolidar a cidade como um polo de importação e exportação.
“Não só a Capital será beneficiada, mas também todos os municípios no seu entorno, além de melhorar a competitividade da nossa economia. Temos uma cidade com clara vocação para comércio e os serviços. Mais do que crescimento, o Porto Seco abre oportunidades de desenvolvimento”, analisou. Ele aponta como um dos atrativos, além da infraestrutura, o fato do terminal ficar localizado às margens do anel viário, dispor de ramais para acesso à ferrovia e ficar a poucos minutos da área onde se projeta um aeroporto de cargas.
O diretor técnico da Secretaria de Infraestrutura, Leonardo Barbirato, trabalhou em várias etapas do destravamento (como a rescisão do contrato com a empreiteira que construiu a obra e entrou em recuperação judicial) e é um entusiasta do projeto. Além dos dividendos econômicos, ele aponta os ganhos em mobilidade urbana.
“A possibilidade da instalação de centros de distribuição afasta de áreas residenciais terminais combustíveis, um produto com alto potencial de acidente, além de tirar de regiões mais pesadas o trânsito de caminhões e carretas com grandes cargas”, pontuou.
O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e de Ciência e Tecnologia, Luiz Fernando Buainain, acredita que quando o porto seco for implantado haverá maior agilidade no processo de importação e exportação, reduzindo burocracia.
“A mercadoria vai sair daqui lacrada e com toda a documentação, pronta para embarcar em Santos ou Paranaguá”, observou. “O tratamento tributário é diferente na área isolada. A maioria dos tributos é suspensa. A única coisa que está pagando é a estocagem. Imagina uma empresa de tecnologia que traz coisas da China, Coréia, conseguir desembaraçar a mercadoria aqui e não no porto”, acrescentou.
No terminal foram implantados 2,3 quilômetros de ramal ferroviário, 6,5 quilômetros de vias pavimentadas, 700 metros de drenagem, 2,5 quilômetros de rede elétrica, além de um poço. Está faltando ainda redes de água, esgoto e a iluminação pública. Há espaço para o estacionamento de 290 caminhões.
A construção começou em setembro de 2007. No ano seguinte, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou a suspensão dos trabalhos por problema de execução. Após dez meses, em outubro de 2009, a obra foi retomada, voltando a ser suspensa em 2012, quando a empresa responsável pediu recuperação judicial.
PMCG
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Pantanal de MS leva Brasil à indicação para prêmio internacional de turismo
O Brasil está entre os 15 finalistas do prêmio WTTC Tourism for Tomorrow, premiação para organizações e estabelecimentos que adotam melhores práticas ambientais, mediante a conservação da biodiversidade, proteção dos habitats naturais e mudança climática. Representando o País na categoria “Prêmio de Meio Ambiente”, o Refúgio Ecológico Caiman, localizado no pantanal sul-mato-grossense, concorrerá com dois estabelecimentos: um do Reino Unido e o outro da Indonésia.
Considerado um dos maiores prêmios de turismo responsável do setor, a homenagem é organizada anualmente pelo (WTTC). Os vencedores serão anunciados no final de abril, durante a celebração da cúpula anual que o WTTC realizará em Bangkok, entre os dias 26 e 27 do mesmo mês.
Para o presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), a indicação confirma que o Brasil já é um excelente polo turístico aos olhos do mundo, e que o País está em consonância às ações sustentáveis adotadas por grandes empresas mundiais. “O Instituto apoia e reconhece a importância do prêmio. Além de minimizar impactos negativos ambientais e socioculturais, o consumo responsável dos serviços turísticos também promove benefícios econômicos para as comunidades locais e no entorno dos destinos, como é o caso do Refúgio Ecológico Caiman”, destacou Lummertz.
Em 2014, o Brasil também foi representado no prêmio WTTC Tourism for Tomorrow. Bonito (MS) foi finalista na categoria Prêmio de Destino. O município ficou em segundo lugar, atrás da Costa Navarino, na Grécia.
“Estamos indo ao encontro da decisão da Organização Mundial do Turismo (OMT) ao designar 2017 como o Ano Internacional do Turismo Sustentável. O objetivo da Embratur é ampliar a compreensão e a conscientização da importância do turismo no compartilhamento do patrimônio natural, cultural e distribuição da riqueza proporcionada pelas viagens”, afirmou o presidente Vinicius Lummertz.
Embratur
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Carnaval deve movimentar R$ 5,8 bilhões no turismo brasileiro
Muitas atividades que compõem o setor produtivo têm enfrentado dificuldades neste início de ano, mas uma pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revela que as atividades turísticas ligadas ao Carnaval podem movimentar, em 2017, aproximadamente R$ 5,8 bilhões. Os segmentos de alimentação fora do domicílio, tais como bares e restaurantes (R$ 3,31 bilhões), transporte rodoviário (R$ 977,9 milhões) e os serviços de alojamento em hotéis e pousadas (R$ 652,5 milhões), responderão por mais de 85% de toda a receita gerada com o maior feriado do calendário nacional.
No plano regional, os Estados do Rio de Janeiro (R$ 2,4 bilhões) e de São Paulo (R$ 1,5 bilhão) deverão concentrar 68,2% da receita do setor no período. Destacam-se ainda as movimentações em Minas Gerais (R$ 332,7 milhões) e em três Estados da região Nordeste: Bahia (R$308,7 milhões), Ceará (R$140,3 milhões) e Pernambuco (R$131,4 milhões).
Porém, nem tudo é folia: a receita calculada para este ano é 5,7% menor que aquela apurada para o mesmo período de 2016, registrando o pior desempenho das atividades turísticas para esse período em três anos. Descontada a inflação do setor, a queda real é a maior em pelo menos cinco anos (-8,6%). “Apesar da tendência recente de uma menor variação dos preços dos serviços típicos dessa época do ano, a retração real de renda tem imposto a necessidade de ajustes frequentes no orçamento das famílias através da postergação dos gastos não essenciais, tais como lazer”, explica Fabio Bentes, economista da Confederação. A queda no faturamento do turismo no carnaval de 2017 não decorre, no entanto, da aceleração dos preços típicos de bens e serviços mais demandados nessa época do ano. Nos últimos 12 meses, a variação média desses preços (+5,8%) foi a menor desde 2009 (+5,5%) e significativamente inferior à de 2016 (+13,2%).
As atividades turísticas que vão compor o trabalho sobre o faturamento do turismo no Carnaval 2017 são: Alojamento; Alimentação; Atividades Artísticas, Esportivas e de Lazer; Agências de Viagens; Transporte Rodoviário; Transporte Aéreo e Outros Transportes e Locação de Veículos.
CNC
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3 dicas para quem quer empreender com sustentabilidade
Empreendedores têm mostrado cada vez mais interesse em abrir negócios com o foco em sustentabilidade. É uma tendência. O setor, inclusive, é uma grande aposta para 2017, que deve crescer ainda mais ao longo do ano. Mesmo assim, é importante tomar cuidado. Assim como qualquer outro setor, atuar na área exige muito mais do que boas intenções.
Para facilitar a vida de quem está pensando em empreender com iniciativas sustentáveis, a Feira do Empreendedor, que ocorre de 18 a 21 de fevereiro no Pavilhão do Anhembi, vai contar com um espaço exclusivo para o setor.
Com 80 m², o ambiente contará com oficinas e expositores que já atuam na área. Segundo Maria Augusta Pimentel, consultora do Sebrae-SP responsável pelo espaço, a expectativa é de que 8 mil pessoas passem pelo Espaço Sustentabilidade ao longo dos quatro dias de evento.
Quem passar pela área terá contato com dicas práticas, como, por exemplo, o que as oficinas mecânicas e de funilaria podem fazer para descartar corretamente o óleo antigo e as tintas que contêm metais pesados de maneira que não prejudiquem o meio ambiente.
A consultora também comentou que a tendência é que o setor ganhe mais projeção em 2017. “Embora ainda não seja um movimento totalmente disseminado, a gente sabe que o setor vai crescer.” Por isso, a especialista reuniu uma série de dicas e recomendações para quem está pensando em investir na área.
Confira:
1. Atue de acordo com o ramo
Para a consultora, o empreendedor deve identificar exatamente o que precisa fazer de acordo com o nicho onde atua. Por exemplo, se você empreende com uma oficina mecânica, é importante ir atrás da legislação ambiental para descobrir como descartar corretamente o óleo. “É um negócio que, por natureza, tem impactos ambientais. E o mesmo serve para outros setores. É importante estar atento às especificidades de cada área.”
2. Checar todos os processos e aproveitamento racional de recursos
Não adianta você atuar de maneira sustentável se os seus fornecedores não adotam as mesmas medidas que você. Então cheque todos os processos. “Sempre é importante se manter ciente da procedência dos materiais que você utiliza na empresa, buscando saber se eles não vão trazer impactos negativos para o meio ambiente”, afirma Pimentel. Outra dica da consultora é evitar desperdícios, aproveitando racionalmente os recursos que utiliza no negócio.
3. Cuidado com o material humano
“Não adianta nada ser uma empresa verde, com desperdício zero, se você explora seus trabalhadores”, diz Pimentel. Para a especialista, ambiente ruim com condições inadequadas não pode fazer parte da realidade de uma empresa sustentável.
Revista PEGN
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