Consumidores têm poupado mais pensando no futuro dos filhos, diz pesquisa
Estudo realizado pela Boa Vista SCPC, divulgado nesta terça-feira (10), apontou que os pais estão mais preocupados com o futuro dos filhos e têm poupado dinheiro por eles. O total de consumidores que afirmaram guardar dinheiro para esse propósito passou de 42% para 59%, na comparação anual.
Dos consumidores que afirmaram estar criando uma reserva financeira aos filhos, 61% deles têm guardado dinheiro na poupança. Aplicações em fundos, ações ou títulos de renda fixa – conhecidos como CDB – tiveram um crescimento de 3 pontos percentuais (p.p.) em comparação a 2016. Outros 8% aplicam em Previdência Privada e 6% em Títulos de Capitalização.
A importância da educação financeira às crianças foi evidenciada por 85% dos respondentes da pesquisa da Boa Vista. Para conseguir explicar a importância de administrar e poupar dinheiro, 65% dos participantes da pesquisa informaram que têm o hábito de conversar com os filhos sobre o que é dinheiro, como se ganha dinheiro e como usá-lo com sabedoria.
Educação financeira
O estudo identificou também que a educação financeira dentro das escolas tem baixo índice, sendo que apenas 3% dos respondentes a afirmar que seus filhos têm aulas sobre o assunto. Outros 32% dizem que estimulam a criança a economizar a mesada ou a semanada, ou seja, que explicam a importância de se utilizar estes recursos com responsabilidade.
Foi identificado na pesquisa que, em média, 22% dos respondentes têm o costume de dar mesada ou semanada aos filhos, sendo que entre 2016 e 2017 houve alta de 6 p.p., ao passar de 17% para 23%. Dos que costumam dar mesada, 96% o fazem em dinheiro .
Apenas 4% adotam o cartão pré-pago ou o cartão de crédito adicional, e destes, 56% consideram o cartão uma boa ferramenta para organização das despesas. 44% acreditam que o uso do cartão ajuda a controlar da melhor forma os gastos dos filhos.
Os pais, ou 55% dos respondentes da pesquisa, explicaram ainda que adotaram a mesada ou semanada para estimular a educação financeira em seus filhos. Desses, 27% o fazem para prover recursos de alimentação ou lanches e 18% como compensação pelo bom comportamento.
Quanto às economias, 53% dos consumidores informaram poupar mais de R$ 50 ao mês pelos seus filhos, sendo que 60% deste valor serão utilizadas para o pagamento de estudos e faculdade, por exemplo. Outros 19% poupam para auxiliar os filhos para aquisição da casa própria , 12% para outros projetos.
Brasil Econômico
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Setor empresarial já utilizou R$ 463 milhões de recursos do FCO este ano
Empresários do segmento do comércio de bens, serviços e turismo de Mato Grosso do Sul, assim como da indústria, já contrataram este ano R$ 463 milhões das linhas de crédito do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste). Os números foram apresentados nessa segunda-feira (09) pelo superintendente do Banco do Brasil em Mato Grosso do Sul, Glaucio Zanettin Fernandes, no Edifício Casa da Indústria, em Campo Grande.
Segundo o superintendente, do total de R$ 2,338 bilhões disponibilizados para o Estado, 50% foram para o setor empresarial e 50% para o rural, sendo R$ 1,169 bilhões para cada. Desse total, foram utilizados no Estado pouco mais de R$ 900 milhões pelo agronegócio e R$ 463 milhões pelo setor empresarial, que somam R$ 1,363 bilhão até setembro deste ano.
“Apesar de ser um número bem menor, os valores do empresarial este ano foram muito significativos, pois o segmento apresentou um crescimento de mais de mil por cento na aplicação de recursos”, afirma Glaucio Zanettin. Para 2017, ainda restam mais de R$ 970 milhões dos recursos, que o governo do Estado pode redistribuir de acordo com as necessidades de cada setor.
“É uma boa oportunidade para aproveitar o crescimento da nossa economia, embora pequeno, para fazer investimentos. Esses recursos apresentados hoje têm juros baratos e muito bem facilitados para o segmento do comércio de bens, serviços e turismo crescer e desenvolver. O crescimento acontece justamente nas oportunidades que são dadas em momentos de crise, e essa é uma delas. Não apenas o FCO, mas temos o cartão de crédito do BNDES e outros tipos de financiamentos que o próprio Banco do Brasil oferece. O importante ter é um bom planejamento, para evitar dissabores futuros”, afirma o presidente do Sistema Fecomércio-MS, Edison Araújo.
O FCO é um agente de desenvolvimento da Região Centro-Oeste mantido pelo Banco do Brasil. No âmbito do Fundo, há a linha do FCO Rural, com investimento e custeio para produção agrícola e pecuária e implementação, ampliação ou modernização de agroindústrias ou cooperativas, enquanto no FCO Empresarial as pessoas jurídicas e microempreendedores individuais têm acesso às linhas para infraestrutura econômica e desenvolvimento industrial, do turismo regional e dos setores comercial e de serviços.
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Natal de 2017 será o melhor em 4 anos para os comerciantes do Brasil
As perspectivas de boas vendas nas festas de fim de ano estão alimentando os sonhos dos varejistas. Após dois anos de recessão e de queda nas vendas do comércio, a reação da economia vai ajudar a reerguer a atividade. O setor prevê que terá, neste Natal, o melhor desempenho em quatro anos.
Motivos não faltam para sustentar o otimismo. A inflação, que tanto comprometeu o poder de compra das famílias, deu trégua este ano. Com a desaceleração dos preços, os juros também caíram. E, se há uma receita que agrada aos consumidores, é a possibilidade de comprar produtos à vista, com preços mais em conta, ou em prestações que caibam no orçamento. Devido ao cenário favorável, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) espera para o Natal de 2017 um crescimento de 4,3% nas vendas.
Outro fator que nutre as expectativas de um Natal mais gordo é a melhora do mercado de trabalho. Após o contingente de desempregados ter atingido quase 14% da população ativa, no auge da recessão, o aumento das contratações — a princípio, em regime informal, e, mais recentemente, também com carteira assinada — reforçam a perspectiva de incremento nas vendas. A expectativa de maior movimento nas lojas, por sua vez, terá peso fundamental para a geração de vagas temporárias no comércio, que devem crescer 9,6% em relação ao ano passado.
Para o próximo Natal, a CNC projeta a geração líquida de 73,1 mil vagas temporárias. Somente o segmento de vestuários e calçados deve responder por 66,9% desses postos de trabalho, prevê o chefe interino da Divisão Econômica da CNC, Fábio Bentes. Os ramos de artigos de uso pessoal e de móveis e eletrodomésticos vão oferecer 16,4% desses empregos. “O crédito mais barato e a inflação menor favorecem os gastos das famílias com a compra de bens semiduráveis e duráveis. Do ponto de vista de recursos para o consumo, teremos certamente um Natal com melhores perspectivas”, prevê o economista.
Outro fator que leva Bentes a apostar em boas vendas no fim de ano é a injeção de R$ 15,9 bilhões na economia, a partir deste mês, com os saques das contas do PIS/Pasep. A medida, autorizada pelo governo, deve favorcer cerca de 8 milhões de consumidores. Embora o valor e o número de beneficiários sejam menores que os envolvidos no resgate das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), no primeiro semestre, é um montante equivalente a 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB), que, certamente, contribuirá com um fluxo extra de recursos para o consumo.
As expectativas para o Natal são positivas não apenas por um benefício exclusivo e temporário do varejo. A previsão de melhora das vendas é um sinal de que o consumo das famílias, que responde por cerca de 60% do PIB, está dando sinais de retomada, ainda que lentamente. E a perspectiva de empregos temporários reforça a confiança dos empresários, que tendem a elevar os investimentos a médio prazo. São sinais macroeconômicos fundamentais para garantir um crescimento sustentado da economia.
Reforma
O otimismo dos empresários é reforçado, ainda, pela reforma trabalhista, que começará a gerar efeitos em novembro. A flexibilização da legislação deve favorecer a manutenção de cerca de um quarto dos 73,1 mil cargos temporários a serem criados no fim de ano. A CNC prevê uma taxa de efetivação de 27% desses empregados. “É uma consequência da reforma. Claro que a nova lei vai demorar um pouco para pegar, mas aumentará o apetite do varejista em contratar”, diz Bentes.
A expectativa de ganhos de produtividade com a reforma trabalhista deve contribuir para que as vendas no Natal cresçam 2% nos shopping centers. É o que projeta o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun. “Antes, não poderíamos contratar temporários por horas determinadas, como em horários de pico. Agora, teremos uma situação bem melhor”, pondera.
A flexibilização assegurada pela regulamentação do trabalho intermitente também reforça as expectativas de segmentos da área de alimentação. Afinal, além de presentear familiares e amigos, muitas famílias fazem refeições na rua em dezembro.
O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci, prevê, para o último trimestre deste ano, faturamento 5% maior em relação ao mesmo período do ano passado. Embora a entidade ainda esteja fechando as projeções de vagas temporárias, é certo que o setor contratará mais trabalhadores provisórios do que em 2016. “O setor sempre contratou de maneira temporária. Teremos um impacto muito grande, sobretudo nas regiões turísticas”, destaca. “O trabalho intermitente deve favorecer a criação de 2 milhões de empregos no setor de alimentação fora do lar dentro de cinco anos”, acredita.
Portal Varejista
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Febraban adia para 2018 recebimento de boletos vencidos em qualquer banco
A possibilidade de pagar boletos vencidos com valores abaixo de R$ 2 mil em qualquer banco foi adiada para o próximo ano. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) estendeu o prazo de implementação do novo sistema por causa da grande quantidade documentos bancários no país.
Em julho, a Febraban iniciou a implementação de novo sistema de pagamento de boletos, de forma escalonada. Na primeira etapa, os bancos passaram a aceitar o pagamento de boletos vencidos com valores a partir de R$ 50 mil. No mês passado, o valor mínimo foi reduzido para R$ 2 mil. Hoje (9), deveriam começar a ser recebidos em qualquer banco os boletos vencidos a partir de R$ 500 e, segundo o cronograma inicial, em novembro, haveria nova redução para o valor mínimo de R$ 200. Em dezembro, todos os documentos vencidos passariam a ser aceitos em qualquer banco.
Com o novo sistema, boletos vencidos de qualquer valor poderão ser pagos em todos os bancosArquivo/Agência Brasil
“Em função do volume elevado de documentos que irão trafegar pelo novo sistema – cerca de quatro bilhões de boletos por ano, montante comparável à capacidade das grandes processadoras de cartões de crédito do mundo – o setor bancário decidiu rever o cronograma original, que previa a inclusão de todos os boletos na Nova Plataforma de Cobrança já a partir de dezembro”, disse a federação em nota.
As novas datas das próximas etapas do cronograma serão divulgadas posteriormente.
Segundo a Febraban, o novo sistema garante o registro de todos os boletos e o compartilhamento de informações sobre emissores e pagadores pelos bancos e por isso elimina o risco de pagamento em duplicidade: quando um boleto é apresentado em algum banco, o sistema informa se ele já tiver sido pago, evitando novo pagamento por engano. “O novo sistema reduz inconsistências de dados e permite a identificação do emissor e do pagador do boleto, facilitando o rastreamento de pagamentos e redução das fraudes, fonte de preocupação permanente para todo o sistema bancário”, destaca a entidade.
Agência Brasileira
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Horário de verão começa no domingo dia 15 de outubro
Na madrugada do dia 15 de outubro (domingo), os brasileiros devem adiantar o relógio em uma hora devido ao horário de verão. A mudança é adotada por 11 estados até 18 de fevereiro de 2018.
O ajuste do horário vale para os moradores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.
O objetivo é aproveitar o maior período de luz solar possível para economizar energia. Com a mudança no relógio, o leste do Amazonas e os estados de Roraima e Rondônia ficam com duas horas a menos em relação ao horário de Brasília, enquanto Acre e oeste do Amazonas ficam com três horas a menos.
O chefe da Divisão do Serviço da Hora do Observatório Nacional (ON), Ricardo Carvalho, explica que a diferença de tempo entre o nascer e o pôr do sol durante o verão é maior nas áreas distantes da linha do equador, que divide a Terra entre os hemisférios Norte e Sul. É o caso das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil.
“Quanto mais ao Sul, os dias tendem para uma maior variação ao longo do ano, sendo mais longos no verão e mais curtos no inverno. Por exemplo, em 1º de julho, no Rio de Janeiro, a duração do dia foi de 10h45, enquanto em Porto Alegre foi de 10h15. No verão, especificamente no dia 1º de dezembro deste ano, a duração do dia no Rio de Janeiro será de 13h07 e em Porto Alegre será de 13h56”, diz.
Correio do Estado
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Quinto lote de restituição do Imposto de Renda já está disponível para consulta
A Receita Federal abriu nesta segunda-feira (9) as consultas ao quinto lote de Restituição de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) de 2017. O lote contempla mais de 2,3 milhões de contribuintes, com liberação de R$ 2,8 bilhões. O crédito será realizado na próxima segunda-feira, dia 16.
Também será liberada restituição residual dos exercícios de 2008 a 2016, totalizando mais de 2,4 milhões de contribuintes, no valor de R$ 3 bilhões.
Desse total, R$ 99,289 milhões referem-se aos contribuintes com prioridade no recebimento: 22.351 idosos e 2.849 contribuintes com alguma deficiência física, mental ou doença grave.
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na Internet, ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nesta hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.
A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphone que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF.
A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.
Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.
Agência Brasil
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Com desconto de até 95%, Refis é sancionado e adesão começa dia 16
A partir de 16 de outubro até 15 de dezembro de 2017, o contribuinte em dívida com o fisco estadual poderá aderir ao Refis (Programa de Regularização Fiscal) do Governo de Mato Grosso do Sul. Nesta quinta-feira, dia 6, o Estado sancionou a lei que permite a renegociação de débitos, tornando o projeto válido.
A regularização abrange dívidas de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços), IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor) e ITCD (Imposto sobre Transmissão "Causa Mortis" e Doação). As oportunidades são de até 36 parcelas e desconto de 95% na multa sobre a dívida.
Conforme a lei, o contribuinte com dívida de ICMS de fatos geradores ocorridos até 30 de abril deste ano terá desconto de 90% na multa e juros caso pague à vista. Se optar pelo parcelamento em duas vezes até seis, o desconto será de 75% da multa e juros.
De 19 a 36 vezes, será aplicado 50% na multa e juros. Ainda de acordo com o governo, a regra vale para débitos inscritos ou não em dívida ativa.
Empresas inseridas no Simples Nacional podem pagar em uma única vez. Neste caso, o desconto é de 95% na multa. De duas a seis vezes, 80%, e sete vezes a 15 parcelas, 65%. De 16 a 30 parcelas, 55% de redução na multa.
IPVA – Proprietários de veículos têm duas opções para pagar o imposto vencido até 31 de dezembro de 2016. Caso pagem em duas parcelas mensais, vão deixar de pagar 90% da multa e juros. De três a seis vezes, redução de 75% da multa e juros incidentes sobre o débito.
Com a chance de refinanciamento, o governo espera arrecadar de R$ 100 a R$ 120 milhões, o que vai ajudar na provisão de parte do 13º do servidor estadual e também os municípios, que, por lei, têm o direito de receber porcentagens de ICMS e IPVA.
Clique aqui para conferir a lei na íntegra.
Campo Grande News
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Em reunião na Fiems, BB vai apresentar as simplificações na liberação de recursos do FCO
“Os processos estão mais céleres, menos burocráticos e mais democratizados e, com isso, o Banco do Brasil está absolutamente certo de que haverá ampla adesão por parte do setor produtivo. Conseguimos automatizar os processos, encurtar uma série de etapas e, por isso, ganhamos velocidade na contratação e disponibilização dos recursos”, afirmou o superintendente Glaucio Fernandes, que detalhará aos presentes as mudanças nos procedimentos.
Ele acrescenta, ainda, que as mudanças nas regras do FCO são importantes para a retomada do crescimento do País e, por isso, saíram do papel e estão, de fato, sendo colocadas em práticas pelo Banco do Brasil. “Essa maior agilidade na liberação de recursos contribui para a promoção do desenvolvimento econômico, com a retomada da geração de empregos. Ainda que de maneira tímida, a economia do País está em ascensão e o empresário está estimulado a investir. Por isso, convidados aqueles que já tiveram alguma experiência com o BB, ou que ainda não conhecem a forma de atuação da instituição, a conhecer a nova cara do FCO”, reforçou.
Além disso, durante o evento, os técnicos do Banco do Brasil estarão à disposição do público presente para simular financiamentos e tirar as principais dúvidas. Outra novidade é que no evento, que terá transmissão ao vivo pelo Facebook da Fiems, será lançado o “WhatsApp FCO”, cujo número é (67) 9 9205-2111, para que empresários e produtores rurais tirem dúvidas sobre a aquisição de crédito.
O FCO é um agente de desenvolvimento da Região Centro-Oeste mantido pelo Banco do Brasil. No âmbito do Fundo, há a linha do FCO Rural, com investimento e custeio para produção agrícola e pecuária e implementação, ampliação ou modernização de agroindústrias ou cooperativas, enquanto no FCO Empresarial as pessoas jurídicas e microempreendedores individuais têm acesso às linhas para infraestrutura econômica e desenvolvimento industrial, do turismo regional e dos setores comercial e de serviços.
Serviço – Interessados em participar do evento podem se inscrever pelo telefone 0800 570 0800
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O que as crianças querem ganhar? É o que aponta a pesquisa do IPF/MS e SEBRAE/MS
Uma pesquisa inédita feita pelo IPF/MS e SEBRAE/MS em parceria com Sesc/MS apontou quais os presentes preferidos das crianças campo-grandenses de 3 a 14 anos. Para essa pesquisa, 737 crianças de quatro escolas foram entrevistadas entre os dias 14 e 25 de Setembro, diante da autorização dos pais. Parte das perguntas foi realizada com crianças de famílias de menor faixa de renda e, outra, com aquelas de maior poder aquisitivo.
“A iniciativa pretende conciliar gostos e preferências das crianças com as propensões de gastos por parte dos pais e, ainda, orientar empresários a fim de que possam adotar estratégias de vendas mais aderentes à realidade de mercado”, explica a economista do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio (IPF), Daniela Dias.
Conforme o levantamento, quase 15 % das crianças preferem o celular, independentemente do poder aquisitivo dos pais, seguido pelas bonecas (13,84%), bicicletas (7,73%) e patins (7,73%).
Cada idade, uma preferência –
A pesquisa conseguiu definir os gostos por idade: até quatro anos, a preferência é por tablet. Celular e videogame é o presente ideal, segundo as crianças, para aquelas com idade a partir dos nove anos. O Hoverboard, um skate eletrônico, está entre as escolhas dos que têm 11 anos. Entre 13 e 14 anos, instrumentos musicais.
“É importante que os empresários tentem a conciliação proposta entre pais e filhos, promoções, diante de um gasto médio levemente superior a R$100,00, e, ainda, apresentação de vitrines temáticas, de vendedores atentos a essas informações, de fornecimento de brindes e o mais importante: criatividade para chamar a atenção das crianças”, sugere o presidente do Sistema Fecomércio MS, Edison Araújo.
De acordo com a pesquisa de intenção de compras e comemoração para o Dia das Crianças, feita pelo IPF/MS e SEBRAE/MS, em Campo Grande, 55% dos pais pretendem comprar brinquedos e a meta de gasto é de R$ 102,22. Com isso o comércio poderá receber um aporte de R$ 29,51 milhões, sendo R$ 22,88 milhões (77,53%) destinados presentes e R$ 6,63 milhões (22,47%) para comemorações (passeios e idas ao cinema).
Pesquisa completa sobre a preferência das crianças está em anexo.
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Comércio está autorizado a abrir nos feriados de 11 e 12 de outubro
O comércio de Campo Grande está autorizado a funcionar nos próximos dois feriados, dias 11 de outubro, aniversário de criação de Mato Grosso do Sul e 12 de outubro, Dia de Nossa Senhora Aparecida.
Conforme prevê a Convenção Coletiva, é preciso comunicar o Sindicato dos Empregados com 48 horas de antecedência e pagar 7% do piso salarial aos colaboradores.
O Sindisuper informou que os os supermercados e hipermercados de Campo Grande, abrem normalmente nas duas datas. Entretanto, conforme estabelece a Convenção Coletiva 2017/2018, firmada entre o SINDSUPER – Sindicato do Comércio de Gêneros Alimentícios de Campo Grande – e o Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande/MS, como forma de compensar os dias trabalhados as empresas supermercadistas deverão efetuar, nestas datas, o pagamento de R$ 57,55 (cinquenta sete reais e cinquenta e cinco centavos), por dia trabalhado, em vale-compra (sem natureza salarial) e ainda proporcionar folga aos trabalhadores, no prazo de 60 dias.
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