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Setor de supermercado deve crescer até 1,5% neste ano, estimam entidades

terça-feira, 04 dezembro 2018 por tag3

Com economia nacional ainda desaquecida, representantes dos setores atacadista e supermercadista projetam crescimentos modestos neste ano, de até 1,5%. Apesar disso, há relativo otimismo quanto à recuperação do consumo, decorrente da desaceleração do desemprego, redução dos juros e inflação em queda.

As análises foram feitas durante a 27ª Superamas, evento que acontece nesta terça (26) e quarta (27) no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande. De acordo com o presidente da Amas (Associação Sul-Mato-Grossense de Supermercados), Edmilson Verati, o setor de supermercados no Estado deve crescer entre 1% e 1,4% neste ano. “É um avanço modesto”, avaliou.

Verati acrescentou que as margens de lucro estão reduzidas e o resultado líquido das empresas do setor caiu neste ano. Ele ainda comentou que a retração do poder de compra fez com que os consumidores migrassem para produtos mais baratos, que proporcionam menores margens de lucros.

A situação do setor é crítica em todo o País, conforme comentou o presidente da Abras (Associação Brasileira de Supermercados), João Zansovo Neto. Ele projeta avanço máximo de 1,5% no faturamento neste ano. Apesar de ser considerado baixo, essa variação representa melhoria. No ano passado, ainda de acordo com Zansovo Neto, houve perda de R$ 7 bilhões na receita com as vendas.

O segmento de atacado também contabiliza números baixos, com estimativa de crescimento modesto. Conforme o presidente da Asmad (Associação Sul-Mato-Grossense de Atacadistas e Distribuidores), Akuto Ikeda, o avanço projetado é de 1%. Em 2016, o faturamento ficou praticamente estagnado, com ligeira alta de 0,6%, ainda segundo Ikeda.

“Mas acredito que teremos melhoria no segundo semestre. O controle da inflação, a queda dos juros e do nível do desemprego devem estimular o consumo”, analisou.

 

Campo Grande News

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CNC prevê contratação de 73,1 mil temporários e aumento de 4,3% nas vendas de Natal

terça-feira, 04 dezembro 2018 por tag3

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) prevê que o Natal deste ano deverá registrar aumento, tanto nas vendas quanto na abertura de vagas temporárias, após dois anos consecutivos de queda. A Confederação estima a contratação de 73,1 mil trabalhadores temporários, um avanço de 10% em relação aos 66,7 mil postos criados no ano passado. Em relação ao volume de vendas do fim de ano, a CNC prevê avanço de 4,3% no varejo, o equivalente à movimentação financeira de R$ 34,3 bilhões até dezembro.

A temporada de oferta de vagas no setor deve ocorrer entre setembro e dezembro – um “efeito de adiamento” em relação aos anos anteriores. “Antes da crise, mais de 20% das vagas começavam a ser preenchidas em setembro e outubro. Nos dois últimos anos, esse percentual não passou dos 15%”, afirma Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC.

Os maiores volumes de contratação deverão se concentrar no segmento de vestuário (48,9 mil vagas) e no de hiper e supermercados (10,4 mil vagas). Além de serem os “grandes empregadores” do varejo – juntos eles representam 42% da força de trabalho do setor – esses segmentos costumam responder, em média, por 60% das vendas natalinas.

Salários

O salário de admissão deverá alcançar R$ 1.191; avançando, portanto, 7,1% em termos nominais na comparação com o mesmo período do ano passado. O maior salário de admissão deverá ocorrer no ramo de artigos farmacêuticos, perfumarias e cosméticos (R$ 1.446), seguido pelas lojas especializadas na venda de produtos de informática e comunicação (R$ 1.391); contudo, esses segmentos deverão ofertar apenas 2,1% das vagas totais a serem criadas no varejo. 

Efetivação dos temporários

Diante da perspectiva de retomada lenta e gradual da atividade econômica e do consumo no início de 2018, bem como dos impactos positivos sobre o emprego decorrentes da reforma trabalhista, a taxa de contratação dos trabalhadores temporários deverá voltar a crescer após o Natal.

“Ao contrário da média dos dois últimos anos, quando apenas 15% dos trabalhadores contratados em regime temporário foram efetivados após o fim do ano, a reação mais positiva da economia deverá elevar esse percentual para cerca de 27%”, afirma Bentes. No período pré-crise, a taxa média de efetivação foi de 32,5%.

 

 

CNC

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Deputados mantêm veto a proposta de Lei que prejudicaria comerciantes

terça-feira, 04 dezembro 2018 por tag3

Por 17 votos a favor e dois contra, está mantido o veto ao Projeto de Lei  133, de 2017, que prevê a inclusão de devedores no cadastro de proteção ao crédito somente quando estes assinarem protocolo de aviso de recebimento sobre a cobrança. 

Caso fosse aprovado, os empresários alegam que iriam estimular o superendividamento, além de prejudicar as vendas a prazo no comércio de MS.

A votação foi nesta terça-feira (27/9) na plenária da Assembleia Legislativa, em Campo Grande.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-MS) apoiou a manutenção do veto ao Projeto de Lei. Sob o ponto de vista jurídico, a Federação ressalta que o PL era inconstitucional, pois criava uma condição não exigida pelo Código de Defesa do Consumidor, proposta já regulamentada por Legislação Federal, (Lei 8.078/90, art. 43), que prevê que a comunicação deve ser enviada por escrito ao consumidor, sem nenhum momento estabelecer que a correspondência deve ser com aviso de recebimento (AR). Inclusive, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), já pacificou o entendimento de que não é necessária a Comunicação com AR. Em MS, segundo o Serasa, cada devedor tem até duas dívidas em atraso.

A Febraban também havia se posicionado contrária a PL, já que segundo os estudos, a exigência de AR elevaria em sete vezes o custo de envio da carta. De acordo com a nota técnica, no caso dos bancos, se argumenta que 40% dos avisos encaminhados pelos Correios não são entregues, tem custo sete vezes maior que cartas comuns, comprometem o sigilo dos clientes, além de restringir a concessão de crédito e burocratizar a retirada dos nomes já cadastrados.

 

 

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Confiança do empresário campo-grandense tem leve queda em setembro

terça-feira, 04 dezembro 2018 por tag3

Pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC) aponta uma leve queda no ICEC (Índice de Confiança do Empresário do Comércio) de Campo Grande no mês de setembro, de pouco mais de 1 ponto, em relação ao mês de agosto. Neste mês foram registrados 111,1 pontos, quando em agosto o índice de confiança foi de 112,9 pontos.

“Apesar do índice um pouco menor este mês, se compararmos com o mesmo período de 2016 percebemos um aumento. Em setembro de 2016 o índice foi de 100 pontos, portanto este ano registramos um aumento de mais de 11 pontos, o que é muito significativo para a nossa economia. Demonstra que, aos poucos, estamos conseguindo superar a crise”, afirma o presidente do Instituto de Pesquisa Fecomércio-MS (IPF-MS), Edison Araújo.

O índice é maior em alguns setores, principalmente entre os empresários do segmento de duráveis e semi-duráveis, que apresentaram 114,9 pontos. Já em relação ao porte da empresa, as que têm mais de 50 empregados o índice foi maior, de 123,1 pontos. Quanto à percepção em relação às condições da própria empresa, a maioria dos empresários (43,8%) acredita que melhorou pouco, mesma avaliação da expectativa para a economia brasileira (47,7%). Em relação à expectativa de contratação de funcionários, a maioria diz que pretende contratar, ainda que em pequeno número (43,6%).
 

Confira a pesquisa na íntegra:

 

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Preços de imóveis começam a reagir em Campo Grande

terça-feira, 04 dezembro 2018 por tag3

Ainda que tímida, a retomada da economia começa a impactar o mercado imobiliário e refletir sobre a valorização dos imóveis de Campo Grande. Levantamento da Câmara de Valores Imobiliários de Mato Grosso do Sul (CVI-MS) aponta que a alta de preços chega a até 25%. No entanto, também há regiões em que o metro quadrado simplesmente não registrou alteração nos últimos 12 meses, sinalizando que o mercado ainda não conseguiu se desvincular do cenário de estagnação do ano passado.

“Em termos de valorização, a tendência é de estabilidade. Não está tendo aumento como nos anos anteriores. Há regiões em que está melhorando um pouco o valor, mas é uma coisa pequena. A região com maior procura ainda é a norte, seguida da leste”, informa Dilson Tadeu Auerswald, presidente da CVI-MS.

No Bairro Nova Lima, onde foi registrado o maior porcentual de valorização (25%), o preço do terreno vem crescendo por conta das novas obras de asfalto na região. O preço médio do metro quadrado é projetado em R$ 340,00. “É a expectativa da chegada do asfalto e a procura por compra para terreno e futuras construções na região, que está muito boa. Quando o asfalto ficar pronto, a expectativa é de que os terrenos valorizem em mais 10% a 15% na região”, destaca.

Bairros como Chácara Cachoeira e Tiradentes, na saída para Três Lagoas, além do Santa Fé,  Jardim Autonomista, Jardim Polonês e Carandá Bosque, também permanecem valorizados e com procura razoável, apesar do ritmo mais lento do mercado. A valorização varia de 15% a 20%. “São regiões onde os terrenos são mais valorizados e os imóveis acompanham. A oferta de terrenos também está mais restrita nesses bairros, por isso a valorização”, explica.

 

Correio do Estado

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Fecomércio-MS presidirá MS Competitivo no triênio 2017-2020

terça-feira, 04 dezembro 2018 por tag3

Na tarde dessa segunda-feira, 25, ocorreu a eleição do Conselho Superior do MS Competitivo e o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-MS), Edison Araújo, foi reconduzido ao cargo de presidente pelo triênio 2017-2020.

A eleição ocorreu na sala de reuniões da Fecomércio-MS. Edison lembrou que, além da realização do Prêmio de Qualidade da Gestão – PQG MS, o MS Competitivo vem promovendo disseminação do Modelo de Excelência da Gestão (MEG) nas universidades e  as organizações, realizando encontros de boas práticas e critérios de excelência e tem apoiado a implementação de ferramentas nas organizações por meio da jornada da excelência. 

 

“Para os próximo três anos continua com o desafio de apoiar o desenvolvimento da gestão pública, a incorporações desses conceitos nos currículos das universidades, bem como o apoio da gestão das organizações empresariais”, elencou.

Durante a reunião também foi aprovada a filiação do Sistema OCB/MS, em busca da excelência na gestão, uma vez que o MS Competitivo desenvolve um trabalho estruturado com as cooperativas, por meio do PDGC – Programa de Desenvolvimento de Gestão de Cooperativas.

MS Competitivo – Presidido atualmente pela Fecomércio-MS, o MS Competitivo é voltado para organizações públicas e privadas de grande e pequeno porte. O compromisso é de mobilizar o maior número de lideranças para a melhoria da qualidade, produtividade e competitividade das organizações e do terceiro setor,  a fim de consolidar as cadeias produtivas que fortalecem a vocação natural do Estado, agregando qualidade de vida para a população sul-mato-grossense. 

O MS Competitivo foi oficializado em 2005, quando se consolidou com apoio financeiro do Movimento Brasil Competitivo (MBC), Petrobras, Gerdau e Sebrae.  O MBC atua em 18 Unidades da Federação, trabalhando no começo das administrações com metodologia e controle de indicadores para finanças públicas. A ideia do grupo é fazer com que o País, a partir dos estados e municípios, se torne um dos 30 mais competitivos do mundo até 2030.

 

Veja a composição do Conselho: 

 

Conselho Superior MS Competitivo – 2017 – 2020

 

Fecomércio/MS

Presidente

Edison Ferreira de Araújo

 

Sebrae/MS

Vice – presidente

Claudio George Mendonça

 

Fiems

Conselheiro

Sérgio Marcolino Longen

 

Famasul

Conselheiro

Mauricio Koji Saito

 

Co n s e l h o   D i r e t o r

 

CMO

Diretor – presidente

Cel. Walney Pinheiro de Ávila

 

Correios e Telégrafos

Diretora técnica

Olga Martinez Torres

 

Fecomércio – MS

Diretor de desenvolvimento

Reginaldo Henrique Soares Lima

 

Co n s e l h o   F i s c a l

 

Banco do Brasil

Glaucio Zanettin Fernandes

 

Corecon ms

Thales de Souza Campos

 

CRA/MS

 

Telma Cristina Fernandes Henriques

 

 

Serviço – Saiba mais sobre o MS Competitivo no site http://ms.mbc.org.br/

 

 

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Febraban condena em nota ‘lei da inadimplência’ em Mato Grosso do Sul

terça-feira, 04 dezembro 2018 por tag3

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) condenou em nota técnica a Lei da Inadimplência, que prevê a inclusão de devedores no cadastro de proteção ao crédito somente quando este assinar protocolo de aviso de recebimento sobre a cobrança. Empresários também são contra.

No caso dos bancos, se argumenta que 40% dos avisos encaminhados pelos Correios não são entregues, tem custo sete vezes maior que cartas comuns, comprometem o sigilo dos clientes, além de restringir a concessão de crédito e burocratizar a retirada dos nomes já cadastrados.

“O projeto de lei não atende aos requisitos de constitucionalidade e legalidade e, tampouco, ao interesse público”, diz trecho da nota. “Representa um retrocesso em termos de ganho de produtividade e eficiência no mercado de crédito e na economia”.

 

Midiamax

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Horário de verão será mantido em 2017, anuncia governo

terça-feira, 04 dezembro 2018 por tag3

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, confirmou nesta segunda-feira (25) que o horário de verão será mantido em 2017. Com a decisão, os moradores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste deverão adiantar os relógios em 1 hora a partir do dia 15 de outubro.

O fim do horário de verão chegou a ser avaliado pelo governo depois que um estudo do Ministério de Minas e Energia apontou queda na efetividade do programa, já que o perfil de consumo de eletricidade não estava mais diretamente ligado ao horário e sim à temperatura, com picos de consumo nas horas mais quentes do dia.

Entretanto, o país passa por mais um ano de chuvas fracas que reduziram o armazenamento de água nas represas das hidrelétricas e o governo vem adotando medidas para garantir a oferta de eletricidade, entre elas o aumento da importação de energia do Uruguai e início da importação da Argentina.

Diante desse quadro, mesmo que pequena a economia de energia proporcionada pelo horário de verão pode ajudar o sistema elétrico nacional.

O Ministério de Minas e Energia informou que, para 2018, o governo deve fazer uma pesquisa para decidir se mantém ou não o horário diferenciado nos próximos anos.

Horário de verão em 2017

Início – 0h de 15 de outubro (relógio são adiantados em 1 hora)
Fim – 0h de 19 de fevereiro (relógios são atrasados em 1 hora)

Moradores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem adiantar relógios em 1 hora a partir de 15 de outubro, como começa horário de verão em 2017 (Foto: Arte/G1)

Desde 2008, o horário especial vigora até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte, que em 2018 será no dia 19 de fevereiro, quando os relógios serão atrasados em 1 hora.

No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então Presidente Getúlio Vargas. Sua versão de estreia durou quase seis meses, vigorando de 3 de outubro de 1931 a 31 de março de 1932.

No verão seguinte, a medida foi novamente adotada, mas, depois, começou a ser em períodos não consecutivos. Primeiro, entre 1949 e 1953, depois, de 1963 a 1968, voltando em 1985 até agora.

O período de vigência do horário de verão é variável, mas, em média, dura 120 dias. Em 2008, o horário de verão passou a ter caráter permanente.

Anualmente o consumo de energia cai cerca de 0,5% durante a vigência do horário diferenciado.

 

G1

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7 ferramentas grátis para MEIs administrarem suas finanças

terça-feira, 04 dezembro 2018 por tag3

Cuidar de um negócio não é fácil. Um dos grandes desafios de um empreendedor é a gestão das finanças.

Pensando em ajudar os donos de negócio – especialmente os microempreendedores individuais (MEIs) –, o Sebrae-SP criou ferramentas que facilitam bastante o controle das finanças da empresa.

Os arquivos abaixo podem ser acessados e baixados gratuitamente e e auxiliam no controle do fluxo de caixa, demonstrativo de resultados, gestão de estoques ecapital de giro, entre outros.

Confira:

1. Diário de caixa –  download aqui

2. Controle do pagamento de tributos – download aqui

3. Controle do fluxo de caixa –  download aqui

4. Cálculo do ganho unitário – download aqui

5. Demonstrativo de resultados – download aqui

6. Gestão de estoques – download aqui

7.  Controle do capital de giro –  download aqui

 

 

Revista PEGN

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Desemprego perde a força em Mato Grosso do Sul

terça-feira, 04 dezembro 2018 por tag3

Conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Estado registrou, no mês passado, o total de 19.701 admissões, contra 20.167 demissões, o que resultou em um saldo negativo de 466 postos de trabalho extintos no mês passado.

Este foi o sexto pior resultado em todo o País, fazendo com que Mato Grosso do Sul permanecesse à frente de estados como Minas Gerais (-9.445 vagas), Rio de Janeiro (-3.400) e Espírito Santo (-2.847).

Embora ainda negativo, o resultado aponta para uma leve recuperação em comparação com o mês anterior. Em julho deste ano, no Estado houve fechamento de 1,8 mil postos de trabalho – sozinho, o setor de serviços fechou 2.038 vagas, resultado amenizado pelo comportamento de outras atividades.

Já em agosto, este mesmo segmento, serviços, foi responsável por segurar as pontas da geração de empregos. Ainda segundo dados do Caged, enquanto a construção civil foi a responsável pelo fechamento de 814 postos de trabalho no mês passado, o setor de serviços gerou 822 novos empregos no estoque.

Além da construção civil, que já vinha de um cenário negativo há alguns meses, a agropecuária também encerrou o mês passado em baixa.

Um dos setores responsáveis por segurar a economia e a criação de empregos em momento de crise fechou o mês passado com a variação negativa de 600 empregos formais, quando comparado número de contratações (2.608) e demissões (3.208). 

O comércio também voltou a fechar com saldo negativo, de 114 vagas extintas somente no mês passado, sendo 85 delas no comércio atacadista e 29 no varejista.

O cenário é bem diferente do apresentado no mês anterior, quando o saldo havia sido positivo em 506 postos de trabalho a mais no estoque. 

 

CAGED

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