Intenção de consumo das famílias é a maior desde outubro do ano passado
A CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) divulgou a ICF (Intenção de Consumo das Famílias) que traz resultado positivo para este mês natalino: entre as famílias de Campo Grande, a intenção de compras é a maior do ano e desde outubro de 2015.
“Embora ainda continue cauteloso, o consumidor dá sinais de que pretende ir às compras em um período que é fundamental para todo o comércio”, avalia o presidente do IPF-MS (Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio – MS), Edison Araújo.
Neste mês, a ICF ficou em 80,6 pontos, avanço de 4,26% quando comparado a novembro. Esse percentual ficou ainda mais significativo em relação a dezembro do ano passado, ao registrar um aumento de 18,7%.
Um dos aspectos que mais contribui para a decisão de compras foi a percepção no que tange ao emprego. Neste mês, 28,5% disseram se sentir mais seguros que em igual período do ano passado e 24% estão mais inseguros. Por outro lado, 18% mencionaram estar desempregados.
Confira o estudo na íntegra:
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Em outubro, queda na receita dos serviços em MS foi três vezes maior que média nacional
A Pesquisa Conjuntural do Serviço, do IPF-MS (Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio MS) aponta que em outubro o desempenho do setor de serviços foi negativo, assim como em âmbito nacional, mas a retração foi três vezes maior que a média brasileira.
A queda na receita nominal foi de 10,2% ao passo em que no País a variação negativa foi de 3,1%. “´Nos últimos meses percebemos um forte descolamento em relação aos resultados nacionais, com queda acentuada no desempenho do setor. Desta vez percebemos que houve queda significativa, puxada especialmente pelos serviços de transportes e correios e que também ocorreu nos demais segmentos, exceto turismo, que apresentou ligeira reação, de 0,6%”, analisa o presidente do IPF-MS, Edison Araújo.
Puxado pelo resultado de outubro, o desempenho dos serviços no acumulado deste ano foi negativo em 1,6%, enquanto no País houve estagnação. Mais uma vez destaque para o turismo, com crescimento de 3,8% e os serviços prestados à família, onde se inclui, por exemplo, alimentação fora de casa, com aumento de 4,8%.
Confira o estudo na íntegra em anexo:
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Conselho apresenta balanço e traça metas para o turismo de MS em 2017
Na tarde dessa segunda-feira, 12 de dezembro, membros do Conselho Empresarial do Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Fecomércio-MS, estiveram reunidos no auditório da Federação, para apresentação do balanço das ações desenvolvidas ao longo deste ano e definir metas de atuação para 2017. No dia 30 de janeiro, o Cetur volta a se reunir para fechar os objetivos para o próximo ano.
O Cetur é composto por representantes de 27 entidades do trade turístico e vem aglutinando interesses de cada um dos elos em prol do desenvolvimento da cadeia do turismo no Estado. O presidente do Cetur, Edison Araújo, destacou importância de trabalhar a agenda do turismo em consonância com o poder público de forma proativa.
Secretária executiva do Conselho, Nilde Brun, apresentou o conjunto de ações realizadas ao longo deste ano para fomentar e projetar o turismo do Estado, os últimos deles no mês de novembro – Seminário e Encontro de Turismo de Fronteira, em Ponta Porã e Corumbá e missão empresarial à Maiorca, na Espanha.
“Aqui não é só o empresário cobrando do poder público e das instituições a realização de ações, mas o empresário se comprometendo com ações desenvolvidas pelo setor. As ações que estamos definindo como importantes para o turismo são importantes para os negócios, para a cidade, a geração de emprego e renda e fortalecimento da economia do Estado”.
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Comércio reage contra proposta de unificação do PIS e Cofins;
Resultado seria estagnação e desemprego, alerta Fecomércio-MS
Depois de um ano de arrocho econômico e fiscal, o setor produtivo corre o risco de iniciar 2017 com mais um impacto que vai onerar empresas de vários segmentos, gerando desemprego e menos investimento. Lideranças empresariais estão contra a proposta do Governo Federal de unificar o cálculo das contribuições PIS e COFINS, passando para uma alíquota total de 9,25%. Atualmente, os empresários pagam 0,65% PIS e 3% COFINS. A justificativa do Governo é que a alteração na alíquota beneficiará os contribuintes a partir de uma cobrança única, alteração essa também válida para empresas com faturamento acima de R$ 3,6 milhões.
“Mas isso não é verdade”, contesta o presidente do Sistema Fecomércio-MS, Edison Araújo. “Com a nova alíquota, as empresas de setores como de serviços, comércio, educação e construção civil passarão a pagar uma alíquota de 9,25% sobre o faturamento e, não mais de 3,65%. Acreditamos que esse aumento da carga tributária gerará insegurança, desemprego e a estagnação da produtividade do setor econômico, além de inviabilizar financeiramente várias empresas.”
A proposta ainda será apresentada ao Congresso Nacional para apreciação como projeto de lei e foi assunto de audiência pública na Câmara dos Deputados, com apoio do Deputado Federal e vice-presidente da CNC, Laércio Oliveira, que convidou demais empresários para fazer uma mobilização nacional contra a iniciativa.
MENSURAÇÃO DOS IMPACTOS – Admite-se que o aumento de imposto eleva o preço dos bens e serviços prestados. Isto porque, no caso do PIS e COFINS, esse aumento incide sobre o valor final da mercadoria e do serviço, sendo repassado ao consumidor. A reação dos consumidores a uma variação nos preços, ocorre de forma distinta, a depender da essencialidade do bem no cotidiano do demandante. Quanto mais essencial o bem, tende a ser menor a sensibilidade da demanda ao preço, mas não elimina a tendência natural de queda no consumo. No caso do arroz, por exemplo, diante do aumento do PIS e COFINS de 3,65% para 9,25%, haveria uma queda na demanda de 1% e aumento no preço de 5%. Soma-se a isso ainda os impactos sobre os setores necessários para que a venda de arroz ocorra, como o setor agropecuário e as indústrias.
Observa-se nesse cenário, que até mesmo para um bem essencial, ocorre queda na demanda. Assim, quedas mais significativas podem ocorrer em outros setores mais sensíveis que no caso do arroz, como nos salões de beleza. A partir dessas informações, simulou-se impactos individuais de redução de demanda de 2% sobre a receita, emprego e renda da economia de MS. Para cada subsetor da economia há um dinamismo diferenciado, conforme a dependência de outros setores para a sua existência e ao ser demandado por outros.
Nesse sentido, percebe-se que os maiores impactos ocorreram sobre a construção civil, comércio, transporte, armazenagem e correio. Na economia do Estado, considerando que todos os setores tenham uma redução de pelo menos 2% na demanda, os efeitos foram detalhados no quadro.
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SETORES |
RECEITA |
EMPREGO |
RENDA |
|
Construção civil |
-R$ 154.609.898,50 |
-6,75% |
-6,71% |
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Comércio e serviços de manutenção e reparação |
-R$ 181.235.270,41 |
-3,08% |
-3,02% |
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Transporte, armazenagem e correio |
-R$ 118.760.848,44 |
-3,03% |
-3,04% |
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Serviços de informação |
-R$ 12.205.641,98 |
-0,63% |
-0,64% |
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Intermediação financeira, seguros e previdência complementar e serviços relacionados |
-R$ 44.246.505,26 |
-1,59% |
-1,62% |
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Atividades imobiliárias e aluguéis |
-R$ 74.258.563,49 |
-1,66% |
-1,77% |
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Serviços de alojamento e alimentação |
-R$ 34.421.635,44 |
-2,09% |
-2,04% |
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Serviços prestados às empresas |
-R$ 7.588.283,02 |
-0,36% |
-0,36% |
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Educação e saúde mercantil |
-R$ 49.803.619,07 |
-2,60% |
-2,51% |
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Outros Serviços |
-R$ 48.881.671,01 |
-2,89% |
-2,70% |
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Total |
-R$ 726.011.936,61 |
-31.756 |
-R$ 699.398.928,15 |
Fonte e elaboração: IPF/MS.
Essas informações foram estimadas pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Fecomércio (IPF/MS), utilizando para tanto a matriz insumo-produto de Mato Grosso do Sul (FAGUNDES, 2012), modelo de investimento (ARAÚJO, 2007), crescimento do PIB (SEMADE, 2016), geração de emprego e renda (MTE/RAIS, 2015).
“Na economia do Estado, considerando que todos os setores tenham uma redução de pelo menos 2% na demanda, haveria decréscimo na receita total de mais de R$ 720 milhões, além de quase 32 mil postos de trabalho a menos e, aproximadamente R$ 700 milhões de renda que vão deixar de circular”, alerta a economista.
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Comércio de MS registra queda no mês de outubro
O comércio de Mato Grosso do Sul registrou queda de 2,4% na receita nominal do mês de outubro deste ano, em relação ao mesmo período de 2015, indicando retração no consumo. Os dados são da pesquisa Conjuntural do Comércio MS, do Instituto de Pesquisa da Fecomércio MS (IPF-MS).
O índice registrado em MS é ligeiramente mais positivo que a média nacional, que teve queda de 2,7%. Em MS, a atividade de Equipamentos e Máquinas para Escritório, Informática e Comunicação, pelo terceiro mês consecutivo, foi uma das que apresentaram maior queda: – 10,8%. Em contrapartida, o segmento de Artigos e Produtos de Uso Pessoal teve um aumento de 5,4%.
A Conjuntural aponta ainda a variação do estoque de emprego no comércio em setembro. Pelo segundo mês consecutivo, Mato grosso do Sul registrou variação positiva de 0,26%, mesmo índice da pesquisa anterior. A remuneração média em MS também apresentou aumento, de 0,5%, enquanto o índice no Brasil apresentou uma retração de 0,7%.
A pesquisa tem como objetivo acompanhar o comportamento dos principais segmentos do comércio varejista do Estado, usando como base a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE.
Confira o estudo em anexo:
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Presidente do Sinprofar MS fala das ações e perspectivas para 2017
O entrevistado da semana é o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Mato Grosso do Sul (Sinprofar MS), Roberto Martins Rosa. Ele fala dos desafios do setor farmacêutico no Estado e as ações para 2017. Confira!
Fecomércio – Como iniciou sua história no ramo farmacêutico e na atuação sindical?
Roberto Rosa – Teve inicio em 1988 como representante comercial no estado de Rondônia e em 1996 comprei a primeira farmácia em Campo Grande. No sindicato assumi em 2012, devido a uma necessidade de mudança.
Fecomércio – Quais são as peculiaridades e desafios do mercado farmacêutico em MS?
Roberto Rosa – Todos lutando pelo mesmo ideal, apesar de estarmos enfrentando uma concorrência, que eu diria desleal, pelas grandes redes que migraram para o nosso Estado e que não compram nada aqui, trazem tudo de fora.
Fecomércio – Qual balanço o senhor faz de 2016, para a categoria? Como enfrentaram a crise que atingiu o País?
Roberto Rosa – Estamos absorvendo um enorme prejuízo, pois como disse, pela concorrência desleal e um custo operacional cada vez mais alto.
Fecomércio – Quais as ações do Sinprofar MS previstas para 2017?
Roberto Rosa – Nossa meta é buscar parcerias junto aos fornecedores para tentarmos ser mais competitivos no mercado interno, e nos atualizarmos para melhor atender nossos clientes.
Fecomércio – De que forma a parceria com a Fecomércio-MS
contribui para as ações do Sindicato em benefício da categoria?
Roberto Rosa – Um seguimento sindicalizado fortalece em muito, pois recebemos apoio e orientação para melhor andamento do nosso setor, e a Fecomércio-MS cumpre esse papel.
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Empresas têm a excelência em gestão reconhecida em etapa estadual
Uma noite voltada ao reconhecimento da excelência e da gestão. Assim foi a festa de premiação da etapa estadual do MPE Brasil – Prêmio de Competitividade para as Micro e Pequenas Empresas, na última terça-feira (06), uma iniciativa que reconhece o trabalho de pequenos negócios promovido pelo Sebrae, Movimento Brasil Competitivo (MBC) e do Grupo Gerdau, com apoio técnico da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) e apoio institucional da Rede QPC (Qualidade, Produtividade e Competitividade).
Os premiados – O restaurante Sabor em Ilhas, de Campo Grande foi o vencedor da etapa estadual e irá representar MS na etapa nacional em Brasil, em outubro de 2017.
A empresária Erika Nana Ishikawa explica que, após 12 anos de atuação no mercado, este ano foi a primeira vez que se inscreveu e ter sido premiada foi uma conquista que dedica a equipe. “A crise dá oportunidade também para as empresas se reinventarem. Nós investimos em gestão, passamos por uma reforma na estrutura física e vimos que valeu a pena: fidelizamos clientes e nossas práticas foram reconhecidas”.
Foram reconhecidos também as empresas Eco Turismo Buraco das Araras, de Jardim, na categoria Turismo, e a Sigo Procedimentos Homeopáticos, de Campo Grande, na categoria Indústria.
Foram inscritas mais de mil empresas para o ciclo. O presidente do Conselho Superior do MS Competitivo, Edison Araújo, afirmou que as empresas que estão dispostas a se reinventarem e a melhorar seus processos de gestão merecem reconhecimento. “As que tiveram coragem de olhar para seus processos e colocar a suas gestões à prova, o nosso reconhecimento e nossas homenagens. Melhorar a produtividade econômica de todo um setor começa com esses passos”.
A premiação foi na sede do Sebrae.
O MPE Brasil possui como objetivo principal implementar melhorias e aumentar a competitividade dos pequenos negócios no mercado.
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MS Competitivo apresenta modelo de gestão a acadêmicos da UFMS
Alunos do curso Tecnólogo em Processos Gerenciais, da Escola de Administração e Negócios da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (ESAN/UFMS), participaram nessa quarta-feira (07/12) de uma palestra realizada pelo Movimento Mato Grosso do Sul Competitivo (MS Competitivo), sobre o Modelo de Excelência na Gestão (MEG). A palestra foi realizada pelo secretário do MS Competitivo, Matheus Cestari.
Presidido atualmente pela Fecomércio MS, o MS Competitivo é voltado para organizações públicas e privadas de grande e pequeno porte. O MEG tem o objetivo de melhorar os processos gerenciais relativos à cultura organizacional e desenvolvimento da gestão, governança, exercício da liderança e análise do desempenho de uma organização.
Matheus Cestari explica que um dos objetivos do MS Competitivo é estar mais próximo da academia. “Daqui é que saem os gestores que vão para dentro das organizações e eles já podem sair com esse conhecimento e implementar o MEG nas empresas onde atuarem”, explica. O Movimento criou este ano um projeto de disseminação, que inclui palestras em universidades e organizações. Quem tiver o interesse em saber mais do MEG, basta procurar o MS Competitivo e solicitar a palestra.
Para a professora da UFMS, Rosamaria Leite Padgett, o conhecimento sobre o MS Competitivo é muito importante para os alunos do curso, pois os profissionais da área são personagens-chave dentro das organizações, principalmente na implementação de processos. “O MEG é um instrumento importante, que auxilia o profissional a fazer essa implementação nas organizações. Um conteúdo muito rico e importante para a prática profissional desses alunos, aproximando-os do mercado, de uma ferramenta que está sendo utilizada pelas organizações”, afirma.
A palestra contou ainda com apresentações dos modelos de gestão do Senac, vencedor do Troféu Bronze no PQG MS, em 2015, e da Brasil Cowboy, empresa vencedora do Prêmio Nacional do MPE Brasil 2015, na categoria Comércio.
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Fecomércio-MS divulga pesquisa sobre mapa do emprego em MS
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Setor terciário representa 70% dos empregos gerados em MS, aponta a pesquisa do Instituto Fecomércio
O setor terciário de Mato Grosso do Sul representa 70% dos empregos totais gerados no Estado, é o que aponta a pesquisa do mapa do emprego realizada pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Fecomércio (IPF-MS), divulgada nesta terça-feira (06), em Campo Grande. Os dados são da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho e Emprego, e revela o perfil do emprego do setor terciário, bem como informações detalhadas para o comércio e serviços do Estado, em 2015.
Segundo a pesquisa, a economia sul mato-grossense registrou 645.620 empregos formais em 2015. Desse total, 451.077 empregos foram no setor terciário, 70% do total dos empregos gerados no Estado. As grandes empresas foram as responsáveis por 49% desses empregos, seguidas pelas pequenas com 23%, microempresas 21% e médias 7%.
Ao contrário do Estado, em que a maioria dos empregos é ocupada por pessoas do gênero masculino (58%), o setor terciário emprega mais mulheres (50,5%). A maioria dos empregados tem idade média de 38 anos, com remuneração média de R$ 1.607,22. No setor do comércio esse valor sobe para R$ 1.895,78.
O mapa do emprego tem o objetivo de traçar um perfil básico do trabalhador do setor terciário, apresentando um panorama do quantitativo de empregos no Estado por mesorregiões e também uma análise dos empregos por porte de empresas. “Nosso objetivo é informar e contribuir para o diálogo entre sindicatos patronais, laborais e governo, a partir de informações embasadas em dados reais”, afirma o presidente do IPF-MS, Edison Araújo.
“A pesquisa apresenta o perfil do trabalhador, descrito pela caracterização de gênero, distribuição etária da população trabalhadora, tempo médio de permanência na empresa, grau de instrução e remuneração média, a partir de números desagregados e analisados, principalmente, para o comércio e serviços de MS, que representam 53% do PIB estadual”, explica a economista do IPF-MS, Daniela Teixeira Dias.
Confira o estudo na íntegra.
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