Confiança do empresário do comércio atinge melhor nível desde novembro de 2014
Neste mês de fevereiro o ICEC (Índice de Confiança do Empresário do Comércio) de Campo Grande atingiu 110 pontos, o maior desde novembro de 2014.Isto porque a partir do segundo semestre de 2014 até o primeiro semestre de 2016, houve uma sucessão de quedas, motivadas pelo cenário econômico, ficando, inclusive, na chamada zona negativa, abaixo dos 100 pontos.
O índice é calculado pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo). “Desde julho do ano passado já temos sentido uma melhora do índice, em decorrência de algumas medidas adotadas pelo governo e pelos primeiros indícios de uma recuperação lenta e gradativa. Segmentando, é possível uma expectativa positiva em todos os setores, sendo mais sensível ainda entre os empresários do segmento de não duráveis, onde se enquadram, por exemplo, os supermercados”, explica o presidente do IPF-MS (Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS), Edison Araújo.
A percepção melhorou tanto em relação às condições da própria empresa, quanto na avaliação da economia. Os empresários já mencionam melhora no nível de investimentos, mas o indicador de contratação de funcionários continua em queda, comparado a janeiro, retração de 4,1%.
Confira a pesquisa em anexo:
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IPF MS simula impactos para o comércio com a liberação de recursos do FGTS
Sabe-se de acordo com informações da Caixa Econômica Federal, que no MS serão liberados aproximadamente R$564 milhões de FGTS de contas inativas, beneficiando 537 mil pessoas. Esse valor liberado corresponde a quase 1% do PIB gerado no Estado. O principal objetivo dessa liberação se volta ao estímulo a pagamento de dívidas e um pequeno impulso a economia.
Nesse cenário, admite-se que em Campo Grande, o número de endividados atinge 60,8% da população. Apesar disso, o endividamento não implica, necessariamente na inadimplência, lembra Araújo. “A inadimplência é inferior a 14%, conforme dados da Confederação Nacional do Comércio (CNC). Cabe ressaltar, em meio a esse cenário que – diante de um estímulo ao consumo a partir do FGTS, há necessidade de consumo consciente e de cautela, pois a inflação ainda é instável, mesmo tendo ficado dentro da meta em 2016”.
Ao considerar esse pequeno índice de inadimplência, há oportunidades em Campo Grande e no restante do MS, para um pequeno estímulo ao comércio. Nesse sentido, simulações foram realizadas pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Fecomércio MS/IPF-MS, considerando um cenário mais otimista, de modo que caso 10% do recurso total do FGTS liberado, a população gastasse no comércio, poderia haver uma movimentação de R$ 56,4 milhões.
“Com base nesse levantamento, em conformidade com o índice de confiança do empresário, intenção de consumo das famílias e gostos e preferências dos consumidores, detectamos que os setores de alimentação, artigos de vestuário e acessórios, bem como alguns segmentos do serviço como construção civil, manutenção e reparo poderão estar entre beneficiados”, afirma o presidente do Sistema Fecomércio MS, Edison Araújo.
Dica para o empresário – Edison lembra que, na busca pelo equilíbrio econômico, quando ocorre um aumento do consumo, os empresários tendem a aumentar o preço a fim de regularem o mercado. “Na atual conjuntura, aconselhamos que as ações sejam mais estratégicas pois os recursos liberados são momentâneos. É válido lembrar que pode ser um bom momento para incrementar a gestão de seus negócios, reorganizando seus custos e investimentos”.
Geração de Emprego – Em um cenário mais otimista, quando há maior demanda por bens e serviços, a oferta precisa se atentar para atender a esse público. Nessas circunstâncias poderia haver mais geração de emprego e consequentemente de renda, tanto diretamente, quanto indiretamente, que não devem ultrapassar um aumento de 2,82% no Estado. Dentre os principais setores nessa geração de emprego e renda indiretamente pelo comércio estão: minerais não-metálicos; jornais, discos e revistas; produtos de madeira. Diretamente: serviços prestados as empresas; serviços de alojamento e alimentação; construção civil. A liberação do FGTS é momentânea e consequentemente pode gerar empregos temporariamente. Há necessidade então, de aproveitar essas oportunidades e lançar estratégias de longo prazo para a sobrevivência dos negócios e garantir os empregos gerados.
Obs.: Essas informações foram calculadas, a partir da Matriz insumo-produto de Mato Grosso do Sul (FAGUNDES et al, 2012), apesar das informações serem do ano de 2010 (tirando o peso da inflação – FGV/2016), de acordo com Leontief (1983), a estrutura produtiva começa a se alterar efetivamente a partir de cinco anos. As simulações de impactos se basearam nos procedimentos de Miller e Blair (2009).
Mais infos. sobre contas inativas do FGTS:
https://www.contasinativas.caixa.gov.br/pages/inter/home.html
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Fecomércio-MS inaugura ponto de Certificação Digital na OAB de Dourados
Será inaugurado nesta sexta-feira, 24, na 4ª subseção da OAB-MS (Ordem dos Advogados do Brasil), em Dourados, o ponto de atendimento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso do Sul (Fecomércio MS) voltado à emissão de Certificado Digital exclusiva aos profissionais da área de Direito.
Audrea Cortes, gestora do Departamento de Relações com o Mercado, explica que o ponto funcionará no mesmo período da subseção, de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30 e das 13h30 às 18 horas. “Inclusive, os profissionais poderão ter suporte no local, caso tenham dificuldades com a emissão do certificado digital ou alguma dúvida”. O certificado digital é usado na tramitação do Processo Judicial Eletrônico (PJ-e), com segurança e a garantia da integridade dos documentos eletrônicos.
Além da agilidade e clareza de informações, o sistema de certificação oferecido pela Fecomércio/MS -Certisign, proporciona confiabilidade e valor de token diferenciado aos advogados.
Serviço já reconhecido pela clientela pela qualidade, a Certificação Digital da Fecomércio também possibilita a comodidade da assinatura eletrônica de documentos por meio de dispositivos móveis.
Saiba mais sobre a Certificação Digital da Fecomércio-MS clicando aqui
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Setor de serviços de MS registra queda de 10% em dezembro
A Pesquisa Conjuntural do Serviço de Mato Grosso do Sul, realizada pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS (IPF-MS), aponta que no mês de dezembro de 2016 o desempenho do setor foi negativo no Estado, chegando a -10%. O número é bem maior do registrado em âmbito nacional, que também foi negativo (-1,5%).
O setor de serviços de informação e comunicação apresentou a maior queda (-12,5%), seguido pelo de transportes, serviços auxiliares dos transportes e correios (-10,7). Um dos destaques positivos foi o setor do turismo, com crescimento de 6,7%, seguido pelos serviços prestados à família, onde se inclui, por exemplo, alimentação fora de casa, com aumento de 6,2%.
A variação do estoque de emprego de serviços também foi negativa em dezembro de 2016, registrando mais demissões do que contratações. O Estado registrou queda de -1,54%, o maior índice de toda a região Centro-Oeste.
O objetivo da pesquisa é acompanhar o comportamento conjuntural dos principais segmentos dos serviços no Estado, usando como base a Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE. A pesquisa calcula indicadores de evolução da receita nominal das empresas formalizadas do setor.
Confira o estudo na íntegra:
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MS Competitivo conclui capacitação de avaliadores do MEG
Teve início nesta segunda-feira (20) e segue até terça-feira (21) a segunda fase da capacitação do Movimento Mato Grosso do Sul Competitivo (MS Competitivo), que prepara os avaliadores do MEG (Modelo de Excelência da Gestão), com foco no Prêmio Qualidade da Gestão MS, ciclo 2016/2017. Representantes de diversas instituições públicas e privadas de Campo Grande participam da formação, que é realizada no Sebrae da Capital
O consultor José Gibson explica que esta segunda fase “capacita os participantes em como fazer a avaliação da gestão de uma organização, de qualquer setor, com base nos critérios aprendidos durante a primeira fase”, que foi realizada nos dias 02 e 03 de fevereiro, e que enfocou a interpretação dos critérios de excelência.
A partir da capacitação, os participantes serão designados para as bancas avaliadoras, que vão analisar os relatórios e fazer as visitas às organizações. “Antes, teremos uma reunião de alinhamento, de como é trabalhar no sistema de avaliação do prêmio, para que todos estejam alinhados e desenvolvam suas funções da melhor forma possível”, explica o secretário executivo do MS Competitivo, Matheus Cestari.
Para o participante Alessandro Gonzalez, da empresa EOS Consultores, a capacitação vai além da formação para avaliar o prêmio, mas em adquirir conhecimentos que podem ser aplicados na prática na empresa em que atua, buscando qualidade na prestação de serviços.
O Prêmio Qualidade da Gestão tem como objetivo valorizar as empresas que buscam a excelência de desempenho, estimulando o aperfeiçoamento contínuo da gestão empresarial. O PQG/MS reconhece as organizações que obtiveram os melhores desempenhos nessa busca pela excelência.
MS Competitivo – Presidido atualmente pela Fecomércio MS, o MS Competitivo é voltado para organizações públicas e privadas de grande e pequeno porte. O compromisso é de mobilizar o maior número de lideranças para a melhoria da qualidade, produtividade e competitividade das organizações e do terceiro setor, a fim de consolidar as cadeias produtivas que fortalecem a vocação natural do Estado, agregando qualidade de vida para a população sul-mato-grossense.
Mais informações sobre o MS Competitivo podem ser obtidas pelo telefone (67) 3311-5333, no e-mail contato@mscompetitivo.org.br ou pelo site http://ms.mbc.org.br/.
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Fecomércio-MS e Sesc recebem proposta para revitalizar área do Auto Cine da UFMS
A ideia é envolver os segmentos da sociedade organizada na discussão para gestão compartilhada do espaço. A região da UFMS compreende 89 bairros com 300 mil habitantes.
Também estiveram presentes à reunião a superintendente da Fecomércio-MS, Valmira Gomes Carvalho, a economista do Instituto de Pesquisa da Fecomércio-MS, Daniela Dias e a coordenadora Relações Institucionais, Cristiane Marques Barbosa.
Fernando explicou que a UFMS vem passando por revitalizações e o intuito da atual gestão é aproximar a instituição da sociedade, buscando, para isso, a parceria dos governos estadual, municipal e de entidades. Nos próximos dias a UFMS deverá solicitar ao Sebrae-MS estudo de viabilidade para a gestão compartilhada e, uma vez implantada, garantir qualificação para o atendimento no local.
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Fecomércio e Secretaria de Cultura e Turismo divulgam pesquisa de intenção de gastos e comemoração durante o feriado de Carnaval
Nesta sexta-feira, 17 de fevereiro, às 14 horas, o IPF-MS (Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS) e a Sectur – Secretaria Municipal de Cultura e Turismo) divulgam a Pesquisa de intenção de gastos e comemoração durante o feriado de Carnaval de 2017. A pesquisa contou com a parceria entre o Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Fecomércio/MS, a Prefeitura Municipal de Campo Grande, por meio da Sectur e a Universidade Estadual de MS.
Na pesquisa, ouviu-se entre os dias 13 e 16 de fevereiro 270 pessoas em 10 regiões de Campo Grande, admitindo um nível de confiança de 95% e margem de erro de 6%. Nela haverá a perspectiva de movimentação econômica e outros aspectos, como pretensão de viagens, perfil, preferências de diversão, entre outros.
Serviço
Data: 17/02
Hora: 14 horas
Local: Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo – Rua Almirante Barroso, 52, bairro Amambai
Sugestão de entrevista: Daniela Dias Teixeira, economista do IPF-MS
Juliane Salvadore – Secretaria de Cultura e Turismo
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Folião de Campo Grande deve gastar de R$ 49,00 a R$ 450,00 durante o Carnaval
Pesquisa de intenção de gastos e comemoração durante o feriado de Carnaval feita entre moradores de Campo Grande revela que os foliões pretendem gastar entre R$ 49,00 e R$ 450,00 durante os cinco dias de comemorações. O estudo foi desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS (IPF-MS) em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Sectur).A movimentação estimada para a Capital é de R$ 54 milhões e outros R$ 25 milhões devem ser injetados pelos moradores de Campo Grande em outros municípios e Estados.
Foram ouvidas 270 pessoas, permitindo um nível de 95% de confiança e 6% de margem de erro. A aplicação dos questionários ocorreu de 13 a 16 de fevereiro de 2017, em dez regiões da cidade.
“A maior parte da movimentação econômica em decorrência do Carnaval deve ficar na própria Capital, uma vez que entre os moradores, apenas 21,85% indicaram intenção de viajar no período de Carnaval”, explica o presidente do IPF-MS, Edison Araújo. Corumbá, Rio Verde e chácaras são os principais destinos de quem vai cair na estrada.
Os principais gastos no período devem ser com alimentação, bebidas e viagens. Uber e táxi também aparecem, indicativo de cumprimento da chamada Lei Seca.
A pesquisa também mostra que quem mora em Campo Grande não é adepto da folia: 81,91% disseram que não pretendem participar de atividades carnavalescas e, destes,41,97% ficarão em casa. Entre os que vão festejar, 27,2% mencionaram que pretendem se divertir nos blocos de rua.
A pesquisa aponta, ainda, perfil dos entrevistados, como faixa de escolaridade, de renda e a preferência musical. Neste último quesito, o sertanejo lidera, apontado por 26,84%, seguido do gospel, com 11,65% e todos os tipos, 9,37%.
Por fim, os entrevistados dão sugestões para melhorar o Carnaval na Capital:
43,55% querem mais segurança e 38,71% mais atrativos, com apresentações de bandas e blocos.
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Comércio de MS registrou leve queda no mês de dezembro
Dados da Conjuntural do Comércio de Mato Grosso do Sul, apurados pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS (IPF-MS), apontam uma leve queda no mês de dezembro de 2016, de -0,4%, em relação ao mesmo período de 2015. Mesmo negativo, o índice ainda é maior do que o registrado no País, que foi de -1,2%.
O índice negativo foi puxado, principalmente, pelo setor de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, que apresentou queda de -11.2%. Em seguida aparecem móveis e eletrodomésticos (-4,8%) e tecidos, vestuário e calçados (-1.9%).
Os números positivos foram registrados pelo segmento de livros, jornais, revistas e papelaria (3,3%), material de construção (3%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,6%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,3%).
A Conjuntural aponta ainda a variação do estoque de emprego no comércio em dezembro de 2015, em relação ao mês anterior. Mato grosso do Sul registrou variação negativa de -0,82%, o pior índice da região Centro-Oeste. Já a remuneração média do comércio em MS apresentou aumento, de 0,4%. No mês, o Estado registrou o maior salário médio do Centro-Oeste, de R$ 1.221,03.
A pesquisa tem como objetivo acompanhar o comportamento dos principais segmentos do comércio varejista do Estado, usando como base a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE.
Confira o estudo na íntegra:
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Concen elege diretoria e traça ação para 2017 com atuação nas quatro regiões do Estado
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