Gestão e eficiência, ferramentas para um bom 2017
Este será um ano de desafios para os empresários. Os comerciantes terão de buscar alternativas para sobressair no mercado. Para o presidente do Sistema Fecomércio-MS, Edison Araújo, uma das respostas para esse primeiro semestre é “gestão”, que pode ser considerada como principal fator de sucesso do negócio.
“Ainda que alguns empreendedores apostem no produto ou no tamanho de mercado, a verdade é que apenas os dois juntos não sustentam o negócio por muito tempo. Uma gestão de qualidade reflete-se na maneira como os empreendedores conduzem a empresa. Isso significa que uma boa gestão pode ser capaz de identificar erros e programar melhorias que tornarão o produto mais competitivo no mercado. Em resumo, mesmo um produto mal concebido pode ser ajustado e vendido. Por outro lado, um bom produto sem uma boa gestão reduz as chances de sucesso e de lucro da empresa.”
Rever estratégias – Fazer uma análise interna de onde é possível reorganizar para conquistar o mercado deve ser um dos passos do empresário. Edison Araújo conta que em economia existem duas formas principais para auferir retornos mais satisfatórios aos empresários. Considera-se que o lucro advém da diferença entre as receitas e os custos, pelo aumento da demanda ou pela redução dos custos.
De acordo com a pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias de MS, que se mantém em zona negativa, uma alternativa seria a de reduzir custos. “Com a medida anunciada pelo Governo Federal que permite preços diferentes entre as formas de pagamento (à vista, cartão de crédito e débito), é possível ofertar preços mais competitivos para pagamentos à vista. São estímulos para essa modalidade de pagamento que podem contribuir para a redução dos custos empresariais com o pagamento de taxas para a utilização do cartão de crédito pelos clientes”, explica Araújo.
Além disso, preços mais baixos tendem a atrair um maior número de demandantes. “Seria preciso combinar outras estratégias, como qualificação profissional desde cargos de base até os gerenciais, bem como reciclagem, redução da taxa de retrabalho, promoção da imagem, e-commerce, pós-venda, atendimento e qualidade".
Enfim, pela redução dos custos de processos e fazendo com que o cliente se sinta especial e confortável. “Vale lembrar que nas pesquisas do IPF-MS, qualidade, preço e atendimento são sempre quesitos que são levados em conta pelo consumidor na hora de se decidir pela compra.”
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Prazo para entrega de informações econômico-fiscais é prorrogado
Fecomércio alerta para empresários buscarem informações junto aos contadores
Está prorrogado até 31 de março, o prazo para encaminhamento das obrigações acessórias de entrega de informações econômico-fiscais em Mato Grosso do Sul. De acordo com a Secretaria de Estado de Fazenda, empresas do segmento do comércio de bens, serviços e turismo e também do setor rural serão beneficiadas pela prorrogação, concedida pelo governo do Estado, conforme Decreto 14.647, da Lei 4.946.
Para o presidente do Sistema Fecomércio-MS, a nova data é importante haja vista que desde o ano passado os empresários e seus contadores tinham muitas dúvidas com relação ao preenchimento de toda documentação. “Mas é bom ficar alerta: ainda que o prazo tenha estendido, não há a suspensão das medidas fiscais relacionadas com a apresentação de declaração divergentes, inexatas, inconsistentes, incorretas ou incompletas, que não correspondam com exatidão às operações efetivamente praticadas pela empresa. Inclui-se informações econômico-fiscais já entregues”.
Os documentos abrangidos pelo decreto são: Escrituração Fiscal (EFD), a Declaração Anual de Produtor(DAP), a Guia de Informação e Apuração do ICMS (GIA), a Guia de Informação e Apuração do ICMS Benefícios Fiscais(GIA-BF), a Declaração de Substituição Tributária, Diferencial de Alíquota e Antecipação (DeSTDA) e arquivo SINTEGRA, sem a aplicação de multa pelo descumprimento do prazo original.
O Governo do Estado alerta que as informações serão objetos de confronto com os registros constantes no banco de dados da Secretaria e a inexatidão destes serão objeto de exigência do imposto devido e a aplicação de multas inerentes às divergências eventualmente constatadas. O secretário de Estado de Fazenda, Márcio Monteiro ressalta: “Orientamos os empresários que busquem junto aos profissionais responsáveis pela escrituração fiscal informações sobre as obrigações mencionadas.”
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Índice de famílias endividadas se mantém estável em Campo Grande
A pesquisa é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). “O indicador de inadimplência, por outro lado, ficou menor”, observa o presidente do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS (IPF-MS), Edison Araújo.
Neste mês, 32,6% mencionaram contas em atraso, contra 35,2% em dezembro. Disseram não ter condições de pagar, 14,6%, frente a 15,6% no mês anterior.
O cartão de crédito se mantém como maior meio de endividamento, citado por 62,6% dos entrevistados, seguido dos carnês, mencionados por 27,8%.
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MS Competitivo faz primeira capacitação do ano na próxima semana
Nas próximas quinta e sexta-feira, 02 e 03 de fevereiro, o MS Competitivo promove a primeira capacitação de 2017, com foco no Prêmio Qualidade da Gestão MS ciclo 2016/2017. Será no auditório do Senac, das 8h às 17h30.
O tema será “Interpretação de Critérios”, considerando as atualizações do MEG (Modelo de Excelência da Gestão).
Os participantes serão capacitados para interpretar os critérios no que toca a 7ª edição do prêmio, com foco na classificação “Rumo à Excelência”. Entendendo as mudanças do MEG, poderão aprimorar e/ou implementar o Modelo para gestão de sua organização, visando os resultados gerenciais.
Sobre MS Competitivo – O MS Competitivo foi oficializado em 2005, quando se consolidou com apoio financeiro do Movimento Brasil Competitivo (MBC), Petrobras, Gerdau e Sebrae. O compromisso é de mobilizar o maior número de lideranças para a melhoria da qualidade, produtividade e competitividade das organizações privadas, públicas e do terceiro setor a fim de consolidar as cadeias produtivas que fortalecem a vocação natural do Estado, agregando qualidade de vida para a população sul-mato-grossense.
Serviço – O auditório do Senac está localizado na Rua Francisco Candido Xavier, 75. Mais informações podem ser obtidas por meio do telefone 3311-5333, contato@mscompetitivo.org.br e site http://ms.mbc.org.br/
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No primeiro mês do ano, intenção de consumo volta a cair
A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) em Campo Grande voltou a cair neste mês de janeiro frente a dezembro, conforme pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
De 80,6 pontos, voltou ao patamar de 79,2 pontos. “Essa queda já era prevista para o mês de janeiro, um período posterior ao natal e marcado pelo pagamento de dívidas, apesar disso, esse índice está bem acima daquele registrado em janeiro de 2016, fato que confirma os indícios de uma recuperação gradativa, ainda que não satisfatória, neste sentido, pode-se dizer que IPF tem indicado o sentido correto de suas projeções realizadas no ano anterior”, explica o presidente do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS (IPF-MS), Edison Araújo.
De um modo geral, em janeiro as pessoas mostraram propensão à compra dos chamados bens duráveis para a casa, como eletrodomésticos, TV, som, etc, mas consideram que o acesso ao crédito ficou mais difícil e estão mais inseguras em relação ao emprego atual. Cabe ressaltar que esse acesso ao crédito tenderá a ter uma discreta melhoria, diante da redução da taxa SELIC, que é a referência para as demais taxas de juros.
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Empresas devem recolher contribuição sindical até dia 31 para evitar sanções
Empresas do comércio e serviços têm até a próxima semana para recolher a contribuição sindical da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-MS) e dos sindicatos filiados. O prazo expira em 31 de janeiro, terça-feira.
A contribuição é recolhida compulsoriamente pelos empregadores no mês de janeiro e pelos trabalhadores no mês de abril de cada ano. O objetivo da cobrança é o custeio das atividades sindicais e o custeio do Seguro Desemprego. Os valores arrecadados são distribuídos da seguinte forma: Sindicato – 60%, Federação – 15%, Confederação – 5% e Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) – 20%. E para empresas que recolhem diretamente a Fecomércio-MS: Federação – 60%, Confederação – 20% e Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) – 20%O não pagamento implica em sanções às empresas e pode gerar multa de R$ 22,00 à R$ 22 mil.
É um tributo estabelecido pela Constituição Federal e também pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), de pagamento obrigatório, recolhido uma vez por ano. Todos que participam de uma determinada categoria econômica ou profissional ou de uma profissão liberal devem pagar, independente de filiação a alguma entidade sindical.
“Mais que um tributo, é uma ferramenta importante para fortalecer toda a categoria. A Fecomércio-MS procura desempenhar da melhor forma possível essa representatividade, sempre devolvendo aos empresários do comércio de bens, serviços e turismo, com atendimentos, orientações, capacitação, esses valores investidos”, afirma o presidente da Fecomércio-MS, Edison Araújo.
Serviço – Mais informações pelo telefone (67) 3311-4436 ou site http://materiais.fecomercio-ms.com.br/contribuicao-sindical-2017
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Artigos domésticos puxam vendas do comércio em MS
Análise Conjuntural do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS (IPF-MS) aponta que em novembro de 2016 os artigos de uso pessoal e doméstico obtiveram o melhor resultado nas vendas, detendo um crescimento de 5,1% em relação ao mesmo período do ano de 2015.
Por outro lado, nesse mesmo período, houve queda de 11,6% nas vendas de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação.
De um modo geral, a receita nominal do setor cresceu 1,8% em novembro de 2016, acompanhando a média nacional, de 1,7%. “Porém quando analisamos o ano de 2016, os índices acumulados ainda ficaram abaixo da inflação”, explica o presidente do IPF-MS, Edison Araújo.
Apesar dessa defasagem dos dados, cabe ressaltar que a expectativa para dezembro de 2016 foi um pouco mais otimista para o natal que em 2015. Os dados mais robustos referentes ao resultado efetivo do natal de 2016, sairão nas próximas semanas.
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Setor de serviços continuou com indicadores negativos em novembro de 2016
O setor de serviços apresentou desempenho negativo maior que a média nacional no mês de novembro. Segundo a Pesquisa Conjuntural do Serviço do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio (IPF MS), a queda na receita nominal de MS foi de -3,7% enquanto que a do Brasil foi de 0,1%. Transportes, serviços auxiliares dos transportes foram os que mais contribuíram para o fraco desempenho ( – 6,4%).
“Os números negativos para o setor de serviços perdurou durante praticamente todo o ano de 2016, é chegado o momento de reavaliar o cenário, de encontrar pontos falhos e fazer com 2017 seja melhor”, explica o presidente do Sistema Fecomércio MS, Edison Araújo. Os números continuam a tendência de queda registrada no mês de outubro.
Confira mais dados do estudo na íntegra em anexo:
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Janeiro é mês de recolher a contribuição sindical
Até o dia 31 de janeiro, terça-feira, empresas do comércio e serviços devem recolher a contribuição sindical da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-MS) e dos sindicatos filiados. Para sanar as principais dúvidas sobre o tema, a Fecomércio explica como funciona a contribuição. Confira:
O que é a contribuição sindical?
É um tributo estabelecido nos artigos 578 a 591 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), de pagamento obrigatório, recolhido uma vez por ano. Todos que participam de uma determinada categoria econômica ou profissional ou de uma profissão liberal devem pagar independente de filiação a alguma entidade sindical.
Possui natureza tributária e é recolhida compulsoriamente pelos empregadores no mês de janeiro e pelos trabalhadores no mês de abril de cada ano. O art. 8º, IV, in fine, da Constituição da República prescreve o recolhimento anual por todos aqueles que participem de uma determinada categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal. O objetivo da cobrança é o custeio das atividades sindicais e o custeio do Seguro Desemprego.
A contribuição sindical é obrigatória?
A Contribuição sindical é obrigatória, conforme Artigo 579 da CLT, exceto para as empresas optantes pelo SIMPLES NACIONAL e o MEI, que segue a mesma legislação.
Art. 579 – “A contribuição sindical é devida por todos aqueles que participarem de uma determinada categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal, em favor do sindicato representativo da mesma categoria ou profissão ou, inexistindo este, na conformidade do disposto no art. 591.”
Como deverá ser feito o recolhimento de empresas com matriz e filial?
Conforme consta na CLT Art. 581: “…as empresas atribuirão parte do respectivo capital às suas sucursais, filiais ou agências, desde que localizadas fora da base territorial da entidade sindical representativa da atividade econômica do estabelecimento principal, na proporção das correspondentes operações econômicas…”
Deste modo, quando a empresa possui filiais registradas sob as mesmas atividades recolhendo sob a mesma abrangência, isto é, para o mesmo sindicato, poderá recolher apenas uma vez a contribuição sindical para a matriz com o valor do capital social total.
A partir de quando a empresa deverá recolher a contribuição sindical ?
O recolhimento deverá ser efetuado em janeiro ou a partir da criação do registro (data constante no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ) conforme Artigo 587 da CLT.
Art. 587. – “O recolhimento da contribuição sindical dos empregadores efetuar-se-á no mês de janeiro de cada ano, ou, para os que venham a estabelecer-se após aquele mês, na ocasião em que requeiram às repartições o registro ou a licença para o exercício da respectiva atividade.”
Não existe sindicato no meu município. Para qual entidade devo recolher?
Conforme artigo 591 da CLT, não existindo sindicato na base a empresa deverá recolher para a Federação correspondente.
Art. 591. “Inexistindo sindicato, os percentuais previstos na alínea c do inciso I e na alínea d do inciso II do caput do art. 589 desta Consolidação serão creditados à federação correspondente à mesma categoria econômica ou profissional.”
Como devo proceder quanto ao pagamento da contribuição sindical?
A guia é enviada para as empresas no inicio de janeiro. É pagável em qualquer banco, casa lotérica, Caixa Aqui até o vencimento, após o vencimento é paga apenas nas agências da Caixa Econômica com a data de vencimento inalterada (31/01) atualizada com a multa e juros mensalmente e paga até o último dia do mês corrente.
Qual o valor da contribuição?
O valor é proporcional ao capital social da firma ou empresa, registrado nas respectivas Juntas Comerciais ou órgãos equivalentes, mediante a aplicação de alíquotas, conforme tabela progressiva, disponível no link: http://www.fecomercio-ms.com.br/area-do-representado
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Fecomércio MS passa a emitir Certificado de Origem a empresários do Estado
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso do Sul (Fecomércio-MS) está com um novo produto para atender aos interesses dos empresários do Estado, o Certificado de Origem, documento exigido para que as mercadorias se beneficiem do tratamento tarifário preferencial em países importadores que possuem acordos bilaterais de comércio com o Brasil.
O certificado será emitido em parceria com a Fecomércio do Paraná, que disponibiliza a plataforma da certificação. O coordenador Sindical da Fecomércio PR, Rodrigo Bregola, esteve em Campo Grande para uma capacitação aos colaboradores da Fecomércio MS que vão atuar na certificação. Ele explica que todo o processo será feito pela Federação, no Estado, com acesso à plataforma do Paraná, que tem autorização para emitir o certificado.
“Com esta parceria, Mato Grosso do Sul poderá emitir os certificados fazendo todo o processo por aqui, atendendo assim a uma demanda dos empresários locais, principalmente os que atuam na região de fronteira. É uma parceria que vem oferecer um serviço a mais, com a qualidade dos serviços e produtos da Fecomércio, e fortalecer ainda mais a categoria no Estado”, afirma.
O presidente da Fecomércio MS, Edison Araújo, explica que o objetivo da Federação é facilitar cada vez mais a vida dos empresários, atendendo às demandas que chegam até a entidade. “Essa é mais uma conquista da Federação em busca da excelência no atendimento às necessidades dos empresários locais. Ela impacta estrategicamente no crescimento e representatividade da Fecomércio MS, além de ofertar um novo produto à classe empresarial. A certificação de origem é um procedimento que representa o avanço nas relações comerciais, garantindo mais economia ao empresário e eficiência na comunicação entre empresas e as autoridades aduaneiras”, diz.
Os municípios da região de fronteira, Corumbá e Ponta Porã, contarão com um ponto de atendimento da Federação, para a emissão do certificado Certificado de Origem, na sede dos sindicatos patronais.
O Certificado de Origem é um documento exigido pelo Mercosul e pela Associação Latino-Americana de Integração – Aladi – para comprovação perante as autoridades aduaneiras, no País em que é feita a importação, de que a mercadoria nele descrita cumpre com os requisitos de origem vigentes no comércio intrarregional. Com a certificação, a mercadoria tem direito a reduções tarifárias previstas nos respectivos acordos.
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